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Blog Memória Futebol


Rio Negro x Nacional

Autor: Adriano Fernandes - 31/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Rio-Nal

Rio Negro x Nacional

Volta do Rio Negro após 14 anos fora dos gramados:

11-07-1960 -Nacional 3 x 0 Rio Negro

Uma vitória até certo ponto fácil para os nacionalinos, por 3 a 0, gol de Jayme Basílio e Adamor, de penal, no primeiro tempo e novamente Adamor, no período final.

RIO NEGRO:- Marcus, Marcondes e Farofa; Pombo, Domingos e Ferradura; Soldado, Santos, Anzér, Aírton e Orlando Rebelo.

NACIONAL:- Tongato, Boanerges e Sampaio; Jayme Basílio, Agostinho e Nonato; Caíca, Adamor, Lacinha, Ribas e Assis Catunda.

NO RETURNO

No segundo turno, outra vitória do Nacional, desta feita por 1 a 0, gol de Lacinha aos 2 minutos do tempo final. Já se notava algo melhor no time barriga-preta que ainda esperava a liberação dos seus melhores reforços.

Maior goleada do Rio Negro

22-08-1965 – Rio Negro 7x 2 Nacional (1º. Turno)

Estréias do zagueiro pernambucano Edson Ângelo e do atacante Sabá Burro Preto que marcou 2 gols.

RIO NEGRO – Clovis, Valdér, Edson Ângelo, Catita e Damasceno; Ademir e Rubens; Nonato, Thomaz, Sabá Burro Preto e Horácio.

NACIONAL – Marcus (Chicão), Téo, Russo, Jaime Basílio e Vivaldo; Hugo e Ribas; Maneca Marques, Dermilson, Holanda e Kisso depois Lacinha.

MAIOR GOLEADA DO NACIONAL

18-02-2012 – NACIONAL 7 X 0 RIO NEGRO

Local: Campo do SESI, sábado à tarde. 1º. Turno.

Árbitro: Edmar Campos. Renda: R$ 4.659. Pagantes: 567.

Gols: Leonardo 4, Hugo, Tiago Mariano e Garanha.

Primeiro tempo terminou em 4×0.

NACIONAL – Jairo, Edmar, Cristovam, Santiago; Alexandre, Tiago Mariano (Maguila), Álvaro e Hugo (Tiago Amazonense; Cleyton, Leonardo (Garanha) e Charles.

RIO NEGRO – Cleuter, Franco, Pastor, Oziel e James; Caio (Sapo), Paca, Marco Antônio (Bianor Neto), Lucas Paulista (Fábio Marcos), Josimar e Edinho Canutama.

A SEGUNDA MAIOR GOLEADA

13-02-2005 – Nacional 7 x 3 x Rio Negro.

NACIONAL – Paulo Roberto, Ney Junior, Diego Gaucho, Rondinelli e Rodrigo (Diogo); Isaac, Zé Marco (Augusto), Junior César, Da Costa e Tiago Verçosa (Junior Negrão).

Técnicos: Mirandinha e depois Laerte Dória.

RIO NEGRO – Galvão, Deive (Iury), Kleiton, Carlinhos, Jairo, Batista, Son (Alberto), Marinelson, Jeremias e Jorginho (Marco Antônio).Técnico:Luis Carlos Martins.

Maior público de um RIO-NAL

26-09-1979 – Nacional 1 x 0 Rio Negro

Juiz: José Assis Aragão (paulista). Publico: 40.193

Gol de Raul, aos 10 da prorrogação.

Empolgação só da torcida, pois o jogo em si não agradou.

NACIONAL – Beto, Soló, Paulo Galvão, Ely e Carlinhos; Armando, Correa e Dão; Bendelak, Careca (Raul) e Nilson.

RIO NEGRO –Ricardo, Garrido, Ranzi, Paulo Ricardo e Jorge Silva; Val, Artur (Piau) e Almeida (Zezinho Macapá); Orlando, Tuíca e Souza

Por Carlos Zamith em 27/3/2012

Fonte: Baú Velho


 

 

Heitor Canalli

Autor: Adriano Fernandes - 31/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários 1 comentários

Heitor Canalli

Na virada do século 19 para o 20, Affonso Canalli, que era de Milão, e Lucinda Demarchi, natural de Verona, deixaram a Itália para tentar a vida no Brasil. Aqui se casaram e construíram uma família de cinco filhos. Um deles, Heitor Canalli, nasceu em Juiz de Fora (MG), no dia 31 de março de 1910.

Com um mês Canalli deixou Juiz de Fora e foi para Petrópolis, onde sua família se estabeleceu e foi pioneira na fabricação, no Brasil, de móveis de vime.

Mas a tradicional Fábrica de Móveis Canalli não encantava o garoto Heitor, que brilhava era nos campos, primeiro defendendo o Internacional (onde foi campeão da cidade em 1927) e depois o Petropolitano. Sua fama em Petrópolis logo chamou a atenção do Botafogo, do Rio, que subiu a serra para buscar um dos jogadores que mais orgulho sentiram em vestir a camisa alvinegra.

No dia 14 de setembro de 1929, na preliminar de Seleção Carioca 3 x 1 Bologna, da Itália, o Botafogo derrotou um combinado de jogadores da AMEA por 4 x 2, estreando quatro jovens que defendiam as cores do Petropolitano e ainda não tinham o passe e que nos anos seguintes, tornar-se-iam famosos no clube: os irmãos Fernando e Carlos Carvalho Leite, Canalli e Ariel Nogueira.

Em outubro desse ano, viajou com o time do Botafogo para dois amistosos em Vitória (ES).

Em 1930, disputou nove jogos do campeonato carioca dos segundos quadros e quatro pelo primeiro time. Sua estréia oficial e no time titular do Botafogo aconteceu em 9 de novembro de 1930, em jogo válido pelo Campeonato Carioca daquele ano, jogo em que o Botafogo venceu o São Cristóvão, por 3 x 2.

O Botafogo levantou brilhantemente o título de campeão carioca em 1930.

No ano seguinte, 1931, firmou-se como titular do Botafogo, disputando 18 dos 20 jogos que o clube realizou pelo campeonato carioca dos primeiros quadros.

Voltou a ser campeão carioca pelo Botafogo em 1932, quando disputou todos os 22 jogos realizados pelo clube. Nesse mesmo ano, integrou o selecionado brasileiro em dezessete ocasiões, sendo cinco oficiais, a primeira em 4 de dezembro de 1932, na vitória de 2 x 1 sobre o Uruguai, quando colaborou para a conquista da Copa Rio Branco.

No mês de abril de 1933, acompanhou (emprestado) o Flamengo em excursão ao Uruguai e Argentina, tendo disputado quatro jogos nos dias 2, 9, 13 e 15. Além desses amistosos, disputou outro no dia 12 de março, quando o Flamengo foi derrotado pelo São Cristóvão.

De volta ao Botafogo, disputou 9 jogos pelo campeonato carioca dos primeiros quadros, sendo o último em 23 de julho de 1933, na Rua Bariri, onde o Botafogo venceu o Olaria por 3 x 1.

Antes de sagrar-se bicampeão carioca, foi contratado pelo Torino, para disputar o Campeonato Italiano da Série A. Sua estréia aconteceu no dia 10.09.1933, com derrota para o Padova, por 1 x 0. Foi uma passagem rápida pelo clube italiano (9 jogos, nenhum gol). Deixou o clube com medo de ser convocado para o exército italiano, que lutava na Guerra da Abissínia.

De volta ao Brasil, chegou a ser contratado pelo América mas, atendendo a um pedido do Botafogo, aqui fez sua reestréia no dia 18 de março de 1934, num jogo-treino contra o Andaraí (vitória de 4 x 1). Não participou da campanha pelo tricampeonato carioca. Vivia-se o período de transição do amadorismo para o profissionalismo.

Havia duas entidades, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que era filiada à FIFA e defendia o amadorismo, e a Federação Brasileira de Futebol (FBF), que foi fundada com o profissionalismo. Como o Botafogo era o único grande clube filiado à CBD, foi a base da Seleção na Copa da Itália. Na Copa de 1934, o Botafogo foi a base da Seleção Brasileira. Assim, Canalli tornou-se o primeiro mineiro a participar de uma Copa do Mundo.

Nesse ano, Canalli disputou 18 jogos pela Seleção Brasileira, sendo 17 contra clubes e seleções estaduais.

Em 1935, de volta ao Botafogo, disputou 20 dos 22 jogos válidos pelo campeonato carioca, ajudando o clube a conquistar o quarto título consecutivo.

Nesse período de seis anos, de 1930 a 1935, quando foram conquistados cinco títulos cariocas, o Botafogo utilizou 69 jogadores. Canalli foi o quarto jogador a disputar mais jogos (73).

Nesse mesmo ano, também consagrou-se como campeão brasileiro jogando pela Seleção Carioca.

No começo de 1936, viajou com o Botafogo para a primeira excursão que o clube fez ao exterior. Foram nove jogos no México e Estados Unidos. No campeonato carioca daquele ano disputou 10 dos 12 jogos pelo Botafogo.

Sua última participação na Seleção Brasileira aconteceu em 3 de janeiro de 1937, na vitória de 6 x 4 sobre o Chile, marcando um dos gols.

No campeonato carioca do mesmo ano, Canalli disputou 21 do total de 22 jogos. Além desses, disputou mais 6 jogos pelo campeonato da Federação Metropolitana de Desportos (F.M.D.). Esse campeonato não terminou devido à pacificação entre as Ligas: a pirata Liga Carioca de Futebol e a oficial Federação Metropolitana de Desportos, filiada a CBD.

Em 1938, disputou todos os jogos oficiais em que o Botafogo tomou parte. Foram 16 pelo Torneio Municipal e mais 16 pelo campeonato carioca. Marcou um gol no Torneio Municipal. Ainda em 1938, sagrou-se novamente campeão brasileiro jogando pela Seleção Carioca.

No campeonato carioca de 1939, no qual o Botafogo ficou em segundo lugar, Canalli tomou parte de 23 dos 24 jogos disputados pelo clube.

O Botafogo ficou em quarto lugar no campeonato carioca de 1940. Canalli disputou 13 dos 24 jogos e marcou dois gols.

Seu último jogo com a camisa do Botafogo aconteceu em 1º de dezembro de 1940, nas Laranjeiras, com derrota para o Fluminense, por 3 x 1.

No ano seguinte, transferiu-se para o Canto do Rio Futebol Clube, de Niterói, onde encerrou sua carreira.

Não tentou a carreira de treinador.

O vigor e a disposição de Canalli encantavam torcedores e jornalistas da época. Assim, mesmo que não houvesse a briga entre Confederação Brasileira e os clubes de São Paulo, qualquer seleção séria que se montasse no País obrigatoriamente deveria ter seu nome.

Faleceu em Petropolis (RJ), no dia 21 de julho de 1990. (corrigido)

Fonte da Imagem: Blog Botafogo Acontece

Fontes: O Futebol no Botafogo (1904-1950), de Alceu Mendes de Oliveira Castro / Jornal Hoje em Dia / Há coisas que só acontecem com o Botafogo em 25/4/2010



 

 

O Bugre Xucro

Autor: Adriano Fernandes - 31/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Alcindo

Alcindo Martha de Freitas, mais conhecido como Alcindo, o Bugre, nasceu em Sapucaia do Sul em 31 de março de 1945, é um ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante. Alcindo iniciou-se no futebol no time do Aimoré, de São Leopoldo. Depois, foi juvenil pela equipe do Lansul.

Após um jogo com os aspirantes do Internacional, Alcindo foi contratado pelo time vermelho. Na época, por volta de 1958, o atleta tinha 15 anos. No final dos anos 50, foi dispensado do time vermelho e foi atuar nas categorias de base do Grêmio. Após ser emprestado ao Sport Club Rio Grande, em 1961, Alcindo retornou ao Grêmio para jogar nos profissionais do clube.

No Tricolor, formou uma boa dupla de ataque com João Severiano. Em 1971, Alcindo se transferiu para o Santos, convidado por Carlos Alberto Torres e atraído por jogar com Pelé. Em 1973, Alcindo foi jogar no Jalisco, do México, a convite do treinador Mauro Ramos. Ainda no México, se transferiu para o América. Nesse país, teve seu filho, Juan Carlos, nascido na Cidade do México.

Sua principal característica era a força física e sua intimidade com o gol adversário. É o segundo maior goleador do Grêmio na história dos Grenais com doze gols, ficando atrás somente de Luiz Carvalho que marcou dezessete vezes no clássico. Na história do Tricolor Gaúcho, foi o jogador que mais marcou gols, 264 ao todo.

Com a Seleção Brasileira participou da Copa do Mundo de 1966. Pelo escrete Canarinho, fez sete jogos, sendo quatro vitórias, dois empates e uma derrota. Marcou um gol. Sua companhia de ataque foi Tostão. Encerrou sua carreira profissional em 1978, consagrado como um dos maiores ídolos da história do Grêmio. Seus títulos: Campeonato Gaúcho de 1964 até 1968, 1977, Campeonato Paulista 1973, Copa dos Campeões Brasileiros 1975 e Campeonato Mexicano 1976.

O Bugre Xucro (como era chamado pelo narrador paulista Geraldo José de Almeida) estreou com a camisa tricolor em 1964. Tinha uma jogada mortal: recebia a bola na entrada da área e, de costas para o gol, protegia-a com o corpo e girava rápido, para o chute certeiro. Veloz, fazia a festa com os lançamentos milimétricos do meia Sérgio Lopes.

O atleta encerrou sua carreira nos gramados em 1978 jogando pela Francana-SP.

Fonte da Imagem: Grêmio

Fontes: UOL Esportes / SECOPA-RS



 

 

Moacir Barbosa – O Mito ao Avesso

Autor: Adriano Fernandes - 27/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários 1 comentários

Moacir Barbosa

Moacir Barbosa Nascimento, conhecido como Barbosa, nasceu em Campinas/Sâo Paulo em 27 de março de 1921 e faleceu em Santos/SP em 7 de abril de 2000. O goleiro que viveu perseguido por um lance fatídico da final da Copa do Mundo de 1950, no gol marcado por Alcides Ghiggia aos 34’ minutos da etapa final, quando o empate dava o título mundial ao Brasil.

Barbosa sempre falava que a pena máxima de um crime cometido no país era de trinta anos. Somente ele atravessava toda uma vida pagando um preço absurdo por um resultado de futebol. Nunca foi absorvido.

A respeito de Barbosa, assim escreveu o cronista Armando Nogueira:

"Certamente, a criatura mais injustiçada na história do futebol brasileiro. Era um goleiro magistral. Fazia milagres, desviando de mão trocada bolas envenenadas. O gol de Gighia, na final da Copa de 50, caiu-lhe como uma maldição. E quanto mais vejo o lance, mais o absolvo. Aquele jogo o Brasil perdeu na véspera."

Armando Nogueira

Seus títulos:

Vasco da Gama

Campeonato Carioca: 1945, 1947, 1949, 1950, 1952 e 1958

Campeonato Sul-Americano de Campeões: 1948 (Primeira Copa Libertadores).

Torneio Quadrangular do Rio: 1953.

Torneio de Santiago do Chile: 1953.

Torneio Rio-São Paulo: 1958.

Seleção Brasileira

Copa Roca: 1945.

Copa Rio Branco: 1947 e 1950.

Copa América: 1949.

Vice – campeão mundial da Copa do Mundo de 1950.

Vice-campeão Sul-americano de 1953.

Análise de seus títulos:

- Campeão sulamericano de clubes – hoje Copa Libertadores em 1948.

- Seis vezes campeão carioca sendo a primeira em 1945 e a última em 1958 – treze anos depois. Este último título foi o famoso super-super com Vasco/Flamengo/Botafogo em três triangulares seguidos.

- Campeão do Rio-São Paulo em 1958 que tinha um peso enorme pois era disputado pelos melhores times de São Paulo e Rio de Janeiro, já com trinta e sete anos de idade.

- É o quinto jogador com maior número de jogos pelo Vasco da Gama, com a marca de 485 partidas.

Muitos pensam que após a Copa do Mundo de 1950 a carreira de BARBOSA regrediu ou passou por situações difíceis. Engano total. O excepcional goleiro foi campeão carioca ainda por mais três vezes, além de voltar a Seleção Brasileira.

Em 1953, num jogo contra o Botafogo pelo Torneio Rio São Paulo, teve a perna quebrada num choque com o atacante Zezinho. Em principio, teve uma grande depressão. Somente se recuperou quando no Hospital que estava internado começou a fazer filas para torcedores que desejavam visitar o goleiro Barbosa.

Mesmo depois da Copa do Mundo, Barbosa sentiu o quanto ainda era querido – por determinados segmentos – da torcida carioca.

Em certa oportunidade, dizia: "Ao chegar a um determinado local, uma senhora o apontou para uma criança e disse: Aquele que nos deu a pior derrota de nossas vidas".

Nunca foi perdoado. No país que se tornaria cinco vezes campeão mundial, tornou-se uma pessoa esquecida, tal qual seus companheiros de 1950. Por mais que alguns tentassem reparar a imagem, -raras oportunidades – eles sofreram por toda uma vida a marca de derrotados, o que sem sombra de dúvidas foi uma desgraça em suas vidas.

Disse em certa feita: "Acordei diversas madrugadas sonhando com aquele lance".

Foi uma carreira de 27 anos, muito futebol e pouco dinheiro. Quando encerrou sua carreira foi "obrigado" a trabalhar como funcionário da Suderj, no Maracanã.

Morreu como um condenado, vivendo na cidade de Santos, ao lado de um filha adotiva. Faleceu no dia 07 de abril de 2000.

BARBOSA dividiu junto com Castilho a supremacia de ser o melhor goleiro de sua época.

BARBOSA foi um goleiro de muito prestígio. Jogou pela Seleção Brasileira de 1945 a 1953, fazendo 22 jogos.

Por Pofessor Izaias em 7/4/2010

Fonte da Imagem: Net Vasco

Fonte: mais Memória em 8/10/2010



 

 

Dida

Autor: Adriano Fernandes - 26/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Dida

Os torcedores mais antigos lembram-se bem da técnica apuradíssima, ótimos dribles e chutes precisos do ponta-de-lança Dida, ídolo do clube entre 1954 e 1963. Com 244 gols marcados com a camisa rubro-negra, Dida ainda é o segundo maior artilheiro da história do Flamengo, perdendo apenas para Zico.

O Galinho de Quintino, aliás, nunca escondeu que ele foi seu grande ídolo e modelo a ser seguido dentro da carreira. Dida iniciou a carreira profissional no CSA, de Alagoas. Com apenas 18 anos, ajudou o CSA a conquistar o campeonato local. Já mostrava uma profunda aspiração goleadora: terminou a competição como artilheiro, com nove gols.

Em julho de 1954, Dida deixou Alagoas e transferiu-se para o Flamengo, onde seria ídolo. Logo em seus primeiros meses no clube, foi campeão carioca. Repetiu o feito no ano seguinte, ajudando o Flamengo a conquistar o tricampeonato do Rio de Janeiro. Foi a consagração de Dida, que marcou três gols na vitória de 4 x 1 sobre o América na grande decisão. Atuando em um clube tão importante, não foi difícil para Dida chegar à seleção brasileira.

Para coroar suas brilhantes atuações, ele fez parte da seleção que conquistou o primeiro título Mundial para o Brasil, em 1958, na Suécia. Foi titular na primeira partida na Copa, uma vitória de 3 x 0 sobre a Áustria, mas depois perdeu a posição para Vavá. De volta ao Flamengo, Dida ainda foi campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1961. Em 1963, ele se desentendeu com o técnico Flávio Costa e sentiu que era o momento de deixar o clube.

Veio para a Portuguesa em 1964, mas permaneceu no clube por apenas um ano, encerrando a carreira aos 30 anos de idade.

Depois de pendurar as chuteiras, trabalhou como comerciante, treinou vários clubes e a partir de 1980 passou a trabalhar como técnico nas divisões de base do Flamengo.

Aos 68 anos, sofreu uma hemorragia hepática e foi internado no Hospital Miguel Couto, onde permaneceu por uma semana. Faleceu no dia 10 de setembro de 2002, de insuficiência hepática e respiratória.

Fonte da Imagem: Blog Livro a Nação

Fonte: Site da Lusa em 8/10/2010



 

 

Romeu Pellicciari

26/03/2013 Categoria: Roberto Vieira   Comentários Nenhum comentário

Romeu Pellicciari

26 de março de 1911.

Dona Ida coberta de suor observa o filho.

O bebê robusto parece brincar com uma bola imaginária:

Meu Romeu!”

Romeu Pellicciari foi o primeiro gordinho genial do futebol brasileiro.

Nascido na Rua Rio Branco, em Jundiaí.

Craquinho do Barranco Futebol Clube.

Dos tantos garotos italianos bons de bola nascidos no Brasil.

Romeu cresceu rompedor.

Mas Umberto Cabelli percebeu no mármore, Moisés:

Parla, Pellicciari!”

Romeu se tornou o Deus palestrino.

Na primeira partida venceu o Corinthians por 4×0.

Terra Prometida.

O novo Friedenreich.

Ano após ano, Romeu colecionava títulos.

Meteu 8×0 no Santos.

Meteu 8×0 no Corinthians.

Campeão brasileiro de seleções.

Os italianos sonharam com Romeu.

Imaginando Biavatti, Romeu, Meazza, Piola e Orsi.

Mas o destino de Romeu foi o Rio de Janeiro.

O Flamengo e o Botafogo tinham Leônidas?

O Fluminense tinha Romeu.

E Romeu botou o Diamante no bolso.

Sorte do futebol que a rivalidade acabava na seleção.

Romeu e Leônidas meteram seis gols na Polônia.

A Tchecoslovaquia ficou pelo caminho.

Ao se defrontar com a Itália.

Leônidas machucado.

Pimenta não teve dúvidas.

Quis fazer de Romeu um tanque novamente.

Romeu que enfrentou Foni e Rava sozinho.

Romeu que balançou as redes de Olivieri.

Romeu que procurava o genial Tim em campo.

Tim barrado pelo técnico Pimenta.

Com outro gol diante da Suécia -

Romeu disse adeus aos Mundiais.

Romeu voltou a ser o Rei do Rio.

Lutando contra o peso vestido de escafandro ao sol do meio-dia.

Marcando gol em cima de gol.

Passando meses sem errar um passe.

Até o dia em que seu Umberto faleceu.

Romeu que teve dois pais.

Umberto Cabelli nos gramados.

E Umberto Pellicciari no coração.

Adeus, Rio de Janeiro, fevereiro e março…”

Romeu voltou para o Palestra.

Palestra que virou Palmeiras.

Romeu que virou saudade…

Fonte da Imagem: Site S.E.Palmeiras

Fonte: Midiacast em 26/3/2011



 

 

Sampaio Corrêa Futebol Clube - A Bolívia querida

Autor: Adriano Fernandes - 25/03/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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Sampaio Corrêa Futebol Clube, fundado no dia 25 de março do ano de 1923 (84 anos completos) na residência de Inácio Coxo, localizada em uma das ruas do Bairro do Lira, que dão acesso à Rua do Passeio (Bairro São Pantaleão ), quando um grupo de jovens peladeiros resolveram criar a Associação Sampaio Corrêa Futebol Clube, sendo escolhida e composta a sua primeira Diretoria pelos desportistas.

Presidente: Abrahão Andrade

Vice Presidente: Luis Vasconcelos

Primeiro Secretário: João Almeida

Segundo Secretário: Plasco Moraes Rego

Tesoureiro: Valdemar Zacaria de Almeida

Diretor de Esportes: Almir Vasconcelos

Auxiliar da Diretoria: Manoel Brasil

O nome Sampaio Corrêa surgiu em homenagem ao Hhidroavião Sampaio Corrêa II, que apontou na cidade de São Luís, na Praia do Caju, atual Avenida Beira Mar, no dia 12 de dezembro de 1922, sob o comando do piloto brasileiro Pinto Martins e do americano Walter Hinpton. Os dois tentavam realizar a primeira ligação aérea entre as Américas, levantando vôo dos Estados Unidos para o Brasil.

O uniforme oficial do clube foi inspirado na camisa do Fluminense do Rio de Janeiro, e estilizado por Gervásio Sapateiro, nas cores amarelas, verde e vermelha. Os calções eram de cor cáqui e meiões cinza, baseados nos macacões e polainas dos pilotos Walter Hinpton e Pinto Martins, que usavam também camisas verde/amarela e vermelha I branca inspiração das bandeiras brasileira e norte-americana.

O Sampaio Corrêa é também conhecido por diversas denominações. Primeiramente foi AURIRUBRO, devido a camisa ser amarela com detalhes vermelhos; Posteriormente como Tricolor de São Pantaleão, Esquadrão de Aço, Tricolor de Aço, Mais Querido da Cidade, Bolívia Querida, Tubarão.

Fonte: Sampaio Corrêa Futebol Clube



 

 

Clássico dos clássicos: O dia em que proibiram o Bonzão na Ilha

24/03/2013 Categoria: Roberto Vieira   Comentários 1 comentários

Náutico x Sport 1989

Clássico dos Clássicos tem mais de cem histórias.

Essa vai pra os '200 anos do Clássico dos Clássicos'.

Maio de 1989.

O Sport roía as unhas.

Desde 1982 sem título. 

O Bonzão fazia a festa nos campos de Pernambuco.

Sport e Náutico teriam partida decisiva na Ilha.

O vice-presidente de patrimonio rubro negro Antonio Augusto não titubeou:

"Comandante Guimarães!"

"O Bonzão em campo pode gerar violência!"

E o Comandante Guimarães do Batalhão de Choque?

"Com certeza!"

Perguntaram ao presidente da FPF, Fred Oliveira, qual sua opinião:

"Bonzão está proibido de entrar em campo!"

OK.

Bonzão, um cabra de boa índole.

Foi barrado nas quatro linhas.

Assistiu o jogo eletrizante na arquibancada.

Tomando todas.

Fazendo festa.

Pois o Sport esbarrou no inusitado Pedrinho.

Antigo goleiro do Botafogo-PB.

Pedrinho que agarrou até pensamento de Betão, Roberto e Dinho.

Para alegria de Charles Muniz.

Para um porre homérico de Bonzão.

Fonte da Imagem: Blog do Roberto

Fonte: Blog do Roberto em 20/3/2012



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