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Blog Memória Futebol


Aniversariantes do dia 14 de Agosto

14/08/2011 Categoria:   Comentários Nenhum comentário

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Gaucho de Tucunduva - A pequena Tucunduva, no Rio Grande do Sul, é conhecida como a capital da lavoura mecanizada. Quando o assunto é futebol, no qual não tem muita tradição, o primeiro clube que vem a cabeça dos tucunduvenses é o Gaucho FC. A equipe que foi fundada em 1952, jamais disputa uma competição profissional.

River de Ilhéus - Embora tenha o verde entre as cores de seu uniforme, existem más linguas que admitem que o clube de Ilhéus tenha se inspirado no River Plate da Argentina. Manda seus jogos no estádio Mário Pessoa e foi fundado em 1977.

Portuguesa de Desportos - Dispensa comentários. Um dos maiores clubes da capital paulista, do estado de São Paulo e quiçá do Brasil, está completando 91 anos de existência. Tudo começou em 1920, quando foi fundada a Associação Portuguesa de Esportes. Na déada de 40, após fusão com o Mackenzie e passou a se chamar Mack-Port. A união, porém, não deu certo. Com isso, a fusão se desvencilhou e a Portuguesa passou a ser chamada como todos conhecemos hoje. Parabéns, Lusa!

Externato FC - Dos clubes citados neste tópico, o Externato é o unico que não existe mais. Fundado em 1910, o clube catarinense foi formado por advogados paulistas que, quando estiveram na ilha de Florianópolis, jogaram amistosamente contra o Colégio Cathariense. Desta partida, foi fundado o Externato. Suas cores eram preto e branco.

Maranguape Foot Ball Club - Não confundam com o atual Maranguape, de mesmo nome, que disputa o campeonato cearense. Fundado em 1914, esse bem mais antigo, foi o primeiro daquela cidade homonima.

Olímpico de Blumenau -Um dos orgulhos da cidade Blumenau. Bicampeão da elite do futebol catarinense, o GEO, como tambem é conhecido o Grêmio Esportivo Olímpico, está de portas fechadas para o futebol profissional no ano em que completa 90 anos, a equipe que foi fundada como Socidade Desportiva Blumenauense, é uma das mais importante daquela cidade.


 

 

Retranca por retranca preferia a do Juventus

Autor: José Renato - 14/08/2011   Comentários Nenhum comentário

Autor: Flávio Araujo

Já andei navegando pelo rio Neckar. Um pequeno barco salvou-me em 1968 quando o taxi combinado para o retorno depois de um jogo do Brasil me deu o cano. Os alemães sabem das coisas, mas... ninguém é perfeito. Naquela época o Brasil buscava formar a seleção para ganhar o tri no México. Começou perdendo da Alemanha no mesmo estádio que depois de muitas reformas vendeu seu nome para a Mercedes-Benz. Foi dali que narrei nossa vitória em 1981 quando Valdir Peres defendeu por duas vezes os penais cobrados por Breitner e ainda grandes partidas na Copa do Mundo de 1974. O que justifica minha familiaridade com o rio Neckar que continua passando por lá. Quem lá não passou esta semana foi a seleção brasileira. Pelo menos dentro do que se espera da mesma. A seleção alemã que nos deu uma surra na quarta-feira tem entre seus atletas o brasileiro Cacau. É ídolo no país e notadamente na agradável cidade. Cacau é alemão naturalizado e está na seleção porque é ... atacante. O futebol do Brasil conquistou prestígio e Copas pelo seu todo, evidente. Mas, a grande admiração que recebemos no mundo foi pela condição ofensiva que exibia. Exibia, disseste-o bem, humilde escriba. Mano Menezes armou uma retranca para jogar com a Alemanha em busca de um 0 a 0 e se aquela bola de Pato no início do segundo tempo entra o resultado do jogo seria esse mesmo: 1 a 0 para o Brasil. A retranca de Mano barraria até o rio Neckar daí em diante. A seleção vive um momento difícil. O sonho de Paulo Machado de Carvalho era a formação de uma seleção permanente. Isso não se viabilizou porque nossos clubes precisavam dos jogadores para atrair platéias. Os clubes não viviam sem seus ídolos. Hoje os poucos jogam lá fora e a CBF, por mais mercenária que seja e por mais que fature não tem dinheiro suficiente para ser dona dos direitos de todos esses atletas. Mano Menezes tem de reformular seus planos a partir das próximas convocações. Tem gente incapaz no time e tem bons valores de fora. Também tem peixe estragado em baixo do pirão. Há essa coisa feia de jogador convocado por ter o mesmo empresário do técnico. Cheira mal. Mano é inteligente, mas caminha para seu suicídio futebolístico e moral à frente da seleção, o que não é bom. Uma das razões do bom momento da Alemanha é a manutenção do técnico por cinco anos. Esses jogos diante da Argentina só com atletas que atuam aqui no país terão grande significado e quem sabe consigamos enxergar uma seleção brasileira dentro daquelas reluzentes camisas amarelas.



 

 

Maguary é o primeiro time brasileiro gerido por um site. Vai dar certo?

Autor: José Renato - 14/08/2011   Comentários Nenhum comentário

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Por Marcio Orsolini (Revista Exame) - 26/07/2011

São Paulo – Depois do fracasso da seleção brasileira na Copa América, praticamente todos os torcedores enfurecidos com a desclassificação tinham um palpite sobre os rumos que o time deveria ter seguido. Se não é possível palpitar na seleção, os fanáticos por futebol podem opinar sobre o futuro da equipe cearense Maguary. Desde o dia 1 de janeiro deste ano, o time tem uma parceria com a empresa de marketing esportivo Meu Time de Futebol (MTDF), controladora do site de mesmo nome. É o primeiro caso de um time de futebol realizar uma parceria de co-gestão. A mais recente investida da equipe cearense é a negociação do jogador Túlio Maravilha.

Criada em 2008, a MTDF nasceu como um site em que os torcedores se cadastravam para escolher em qual time gostariam de ter poder nas decisões. No ano passado, o paulistano Juventus havia sido escolhido pela maioria dos membros, mas uma alta multa numa das cláusulas do contrato caso o MTDF não cumprisse as metas impediu que as negociações fossem para frente. Como a direção do Maguary conversava com a empresa desde sua criação, a escolha do time cearense foi natural. Cerca de 89% dos associados validaram a nova opção.

Hoje, o site conta com 99.838 cadastrados – cerca de 1.000 são associados que pagam 78,90 reais por ano para ter direito a voto nas decisões do futuro do time. O total arrecadado ainda é inexpressivo – cerca de 78.900 reais. "Esperamos aumentar a base para arrecadar mais. Do total, 85% será investido no time. Para este ano a expectativa é ter entre 450.000 e 900.000 reais", disse a EXAME.com Vicente di Cunto, fundador do MTDF.

O Maguary é um tradicional clube cearense, fundado em 24 de junho de 1924 e agora reorganizado como clube-empresa. "Queremos chegar a série A do campeonato nacional", diz o advogado Aguiar Júnior, presidente do time. Aguiar foi o responsável por trazer a equipe de volta à CBF há dois anos, depois de ter ficado fora do futebol profissional desde 1975. A proposta do MTDF tem três objetivos principais:

-- Desenvolver neste ano quatro categorias de base (sub-13, sub-15, sub-17 e sub-20 – falta apenas a última), com uma média de 30 jovens atletas por categoria não-profissional. Assim será possível registrar na CBF cerca de 120 atletas amadores, aumentando em quantidade e na qualidade os nossos atuais 45 jovens já registrados;

- Arrecadar dinheiro para garantir a participação do Maguary em campeonatos da temporada 2011/2012, especialmente nas Copas BH e São Paulo;

- Montar boa estrutura financeira para que haja uma forte e competitiva equipe profissional na 3ª Divisão cearense, com o objetivo de passar para a segunda divisão em 2012 e disputar a Copa Unimed Fortaleza que possibilita o acesso à segunda vaga do estado na Copa do Brasil do ano seguinte.

Decisões a um clique - Todas as decisões passarão pelas comissões técnicas e terão como base a opinião dos torcedores. A MTDF coloca em votação em seu site todos os pontos discutidos sobre o time. A equipe leva o resultado da votação para a reunião do comitê que decidirá a melhor maneira. A contratação do técnico Mirandinha e a opção por negociar o passe do jogador Túlio são dois exemplos de decisões tomadas pelos associados.

Mas esqueça os milionários salários que os tradicionais técnicos recebem dos clubes. Neste caso, os torcedores que participarem com dinheiro não receberão nada em troca, além da satisfação de contribuir para a ascensão do clube. "Deixamos claro que não haverá retorno financeiro, é apenas para o bem do time", conta Vicente. "O que vamos fazer é oferecer descontos para jogos e artigos esportivos ou alguma promoção específica para os associados." A ideia é que o número de cadastrados no site também aumente. "Onde há muita gente, é mais provável que chame a atenção de patrocinadores", diz ele, que negocia seis cotas de patrocínio para o time – nenhuma delas revelada – para mais investimentos.

A equipe do MTDF não é apenas um grupo de apaixonados por futebol. Vicente é administrador de empresas, formado pela FGV, com pós-graduação em marketing pela mesma instituição. Além do MTDF, ele ocupa o cargo de diretor de planejamento estratégico da Autômatos, empresa de software focada em gestão de infraestrutura de Tecnologia e Segurança da Informação, que presta serviços para empresas como Telefônica, Vivo, Embratel, Oi e Banco Real.

Ele comanda uma equipe de nove pessoas no MTDF -- todos com experiência administrativa e de marketing. Para evitar sugestões esdrúxulas dos torcedores, o MTDF vai ponderar as opções postas em votação. "Não dá para negociar, por exemplo, a compra de um jogador como Neymar", diz.

 

Experiência internacional - A inspiração para criar o MTDF surgiu quando Vicente conheceu o projeto inglês My Football Club, criado em 2007 pelo jornalista Will Brooks. No ano seguinte, o time Ebbsfleet United, da oitava divisão, foi comprado pelos 50.000 torcedores. Cada um deles desembolsou 50 libras para ser técnico do time. Nesse caso houve, de fato, a compra do time.

Na versão brasileira, o projeto prevê apenas a co-gestão de um time. Em 2007, o time israelense Hapoel Kiryat Shalom se tornou o primeiro a ser controlado pela internet. Os torcedores podiam votar nas decisões do time, mas não eram donos dele. Em 2008, também foi criado o site Squadra Mia, na Itália, que busca torcedores que desejam controlar o time Santarcangelo, que hoje está na série D.

Há também os milionários que desejam brincar de técnico e têm dinheiro suficiente para comprar um time. O tailandês Thaksin Shinawatra – empresário de telecomunicações e primeiro-ministro deposto em 2006 - comprou o Manchester City por 162 milhões de dólares em 2007, mas, afundado em dívidas, teve de vendê-lo. O magnata do petróleo russo Roman Abramovich comprou o Chelsea em 2003 por 235 milhões de dólares. O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, é também presidente do Milan. Mas a história do Maguary mostra que, hoje, não é preciso ter milhões na conta para ser cartola.

-- Arrecadar dinheiro para garantir a participação do Maguary em campeonatos da temporada 2011/2012, especialmente nas Copas BH e São Paulo;

-- Montar boa estrutura financeira para que haja uma forte e competitiva equipe profissional na 3ª Divisão cearense, com o objetivo de passar para a segunda divisão em 2012 e disputar a Copa Unimed Fortaleza que possibilita o acesso à segunda vaga do estado na Copa do Brasil do ano seguinte.

 

Decisões a um clique - Todas as decisões passarão pelas comissões técnicas e terão como base a opinião dos torcedores. A MTDF coloca em votação em seu site todos os pontos discutidos sobre o time. A equipe leva o resultado da votação para a reunião do comitê que decidirá a melhor maneira. A contratação do técnico Mirandinha e a opção por negociar o passe do jogador Túlio são dois exemplos de decisões tomadas pelos associados.

Mas esqueça os milionários salários que os tradicionais técnicos recebem dos clubes. Neste caso, os torcedores que participarem com dinheiro não receberão nada em troca, além da satisfação de contribuir para a ascensão do clube. "Deixamos claro que não haverá retorno financeiro, é apenas para o bem do time", conta Vicente. "O que vamos fazer é oferecer descontos para jogos e artigos esportivos ou alguma promoção específica para os associados." A ideia é que o número de cadastrados no site também aumente. "Onde há muita gente, é mais provável que chame a atenção de patrocinadores", diz ele, que negocia seis cotas de patrocínio para o time – nenhuma delas revelada – para mais investimentos.

A equipe do MTDF não é apenas um grupo de apaixonados por futebol. Vicente é administrador de empresas, formado pela FGV, com pós-graduação em marketing pela mesma instituição. Além do MTDF, ele ocupa o cargo de diretor de planejamento estratégico da Autômatos, empresa de software focada em gestão de infraestrutura de Tecnologia e Segurança da Informação, que presta serviços para empresas como Telefônica, Vivo, Embratel, Oi e Banco Real.

Ele comanda uma equipe de nove pessoas no MTDF -- todos com experiência administrativa e de marketing. Para evitar sugestões esdrúxulas dos torcedores, o MTDF vai ponderar as opções postas em votação. "Não dá para negociar, por exemplo, a compra de um jogador como Neymar", diz.

 

Experiência internacional -

A inspiração para criar o MTDF surgiu quando Vicente conheceu o projeto inglês My Football Club, criado em 2007 pelo jornalista Will Brooks. No ano seguinte, o time Ebbsfleet United, da oitava divisão, foi comprado pelos 50.000 torcedores. Cada um deles desembolsou 50 libras para ser técnico do time. Nesse caso houve, de fato, a compra do time.

Na versão brasileira, o projeto prevê apenas a co-gestão de um time. Em 2007, o time israelense Hapoel Kiryat Shalom se tornou o primeiro a ser controlado pela internet. Os torcedores podiam votar nas decisões do time, mas não eram donos dele. Em 2008, também foi criado o site Squadra Mia, na Itália, que busca torcedores que desejam controlar o time Santarcangelo, que hoje está na série D.

Há também os milionários que desejam brincar de técnico e têm dinheiro suficiente para comprar um time. O tailandês Thaksin Shinawatra – empresário de telecomunicações e primeiro-ministro deposto em 2006 - comprou o Manchester City por 162 milhões de dólares em 2007, mas, afundado em dívidas, teve de vendê-lo. O magnata do petróleo russo Roman Abramovich comprou o Chelsea em 2003 por 235 milhões de dólares. O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, é também presidente do Milan. Mas a história do Maguary mostra que, hoje, não é preciso ter milhões na conta para ser cartola.



 

 

O general que amava o futebol

14/08/2011 Categoria: Roberto Vieira   Comentários Nenhum comentário

Por ROBERTO VIEIRA

 

A Copa Roca acabou. Este ano, os confrontos Brasil x Argentina foram rebatizados Copa Nicolas Leoz. Apesar de ser meio esquisito rebatizar a disputa com o nome de um dirigente paraguaio, antigo jornalista e professor de história, envolvido em denúncias de corrupção, qualquer nome é melhor que o nome de Julio Argentino Roca...

A morte se aproxima.

As noites de Júlio Roca gélidas.

Toda noite o mesmo sonho.

O indiozinho mapuche grita por sua mãe.

Roca se acorda.

Morrer é o de menos.

O medo de Roca é ser lembrado pelo sangue derramado.

Futebol.

O futebol é arrebatador.

Os homens ficam cegos diante da pelota.

Brasil.

Os macaquitos são mapuches do norte.

Que tal oferecer um troféu aos macaquitos?

Que tal trata-los com cordialidade?

Um torneio entre os dois países.

O general em seu labirinto teve sorte.

Os brasileiros mordem a isca e chegam formosos.

Roca fica decepcionado.

Só tem branco no time brasileiro.

Cadê os mapuches?

A morte se aproxima.

As noites de Júlio Roca gélidas.

Toda noite o mesmo sonho.

O indiozinho mapuche grita por sua mãe.

Roca se acorda.

Pelo menos a gente ganha a taça.

A Argentina favorita.

Europeus com toque de bola platino.

A bomba de Rubens Salles indefensável.

Roca ouve o grito inumano.

Um grito das planícies da Patagônia.

A criança suplicando por sua mãe.

A morte sorri para Roca:

"General, tu foste sábio!"

Roca sorri para a morte.

"Serás lembrado pelo futebol!"

Roca descansa em paz.

O mundo esquece milhares de crianças mortas pelo general.

O general que amava o futebol.

O general que escreveu seu nome com sangue e gols.



 

 

Madames-Chuteiras x Maria-Chuteiras

13/08/2011 Categoria: Rafael Porcari   Comentários 2 comentários

http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/08/10/madames-chuteiras-x-marias-chuteiras/

No futebol, é recorrente o termo "Maria-Chuteira" à moça que luta de todas as formas para arranjar um jogador de futebol como namorado. O título se popularizou pelo fato da maioria, às vezes, nem se importar com a pessoa ou o comportamento do atleta, mas sim pelo status (há várias situações assim na sociedade: Maria-breteira, Maria-gasolina…).

Mas a Revista Época desta semana, Ed 690 (pg 90-91), trouxe um novo perfil nesse meio: as madames-chuteiras, que teriam mais classe do que as primeiras.

Tenho certeza que as moças citadas na matéria abaixo não se sentiram lisonjeadas com o título de madame…

Por Bruno Segadilha

É um roteiro manjado. Mulher bonita e sensual se insinua para um jogador famoso em meio a uma balada qualquer. Eles ficam, fazem farra, saem em todas as capas de revista. Se não conseguir engatar um namoro, a bela, normalmente nascida em berço popular, aproveita os 15 minutos de fama para emplacar algum ensaio sensual e faturar uns trocados. Caso emplaque um romance ou engravide, o Olimpo: dinheiro, mordomia, fama. Ricas e alçadas à condição de celebridades, aproveitam para desfilar na imprensa a cabeleira loira e alisada, calças de cintura baixíssima e tops justos.

Esse foi o caminho da ascensão social seguido por muitos anos pelas "marias chuteiras", apelido das garotas que fazem de tudo para descolar um polpudo casamento com os atletas dos campos. Mas, a julgar pelo comportamento de consortes como Bia Antoni, senhora Ronaldo Fenômeno, e Deborah Secco, senhora Roger Flores, o perfil das antigas marias chuteiras mudou. Finas, bem-educadas e donas de sua própria posição social, elas têm seguido um caminho iniciado pela ex-spice girl Victoria Beckham. Em vez de pegarem carona na fama do marido, são elas que, de certa forma, emprestam seu prestígio a atletas que costumam ter fama de inconsequentes. "Elas são fundamentais na construção da imagem pública de seus maridos, seja pelo traquejo social que esbanjam ou simplesmente pelo talento para se manter longe de confusões", diz o pesquisador esportivo Celso Unzelte. "Essa fluência social é essencial para os jogadores, porque hoje em dia eles não vivem só do futebol, mas de contratos publicitários."

Descolada e dona de uma agenda privilegiada, Bia é uma figura festejada na alta sociedade paulistana e carioca. Formada em engenharia e com pós-graduação na França, ela costuma causar alvoroço com seus eventos, como o almoço organizado por ela, em fevereiro, em homenagem ao badalado Yehuda Berg, mestre de Madonna na cabala. Os convidados dividiram a mesa com Ashton Kutcher e Demi Moore, que estavam de passagem por aqui por causa da São Paulo Fashion Week. Ao contrário das marias chuteiras, Bia tem a capacidade essencial de manter a fleuma diante do vexame. O melhor exemplo aconteceu em 2008, quando Ronaldo foi flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro. Ela arrumou as malas e saiu de casa. Mas não soltou uma só palavra. No ano passado, deu nova demonstração de nobreza ao apoiar que o marido assumisse a paternidade de Alex, filho concebido durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002.

Caroline Celico, de 24 anos, também vive em sintonia com o marido, Kaká. Mãe e dona de casa por vocação, como ela costuma dizer, Caroline só deixa a rotina de cuidados com os filhos Luca, de 3 anos, e Isabella, de 3 meses, pelos estúdios musicais. Há um mês, Caroline lançou um DVD só com músicas religiosas. Shows e turnês, nem pensar. A prioridade são os filhos e a família, como sempre pregou o comportado Kaká, craque que afirma ter casado virgem. Filha de Rosângela Lyra, diretora da grife Dior no Brasil, e do empresário Celso Celico, Caroline vem de uma família de posses. "Os jogadores estão mais espertos em relação à fortuna deles e são bem assessorados pelos seus empresários", diz o comentarista esportivo Mauro Betting. Casar com uma mulher bem-nascida diminui substancialmente as chances de golpe do baú. Roger Flores, atualmente no Cruzeiro, que o diga. Antes de conhecer a atriz Deborah Secco, com quem está casado desde 2009, o jogador namorou por dois anos a apresentadora Adriane Galisteu. Tanto Deborah quanto Adriane são exemplos de mulheres independentes e bem-sucedidas. Galisteu teria declarado, inclusive, que Roger seria sovina.

Casar com jogador famoso já foi sinônimo de vergonha no Brasil. Nas décadas de 1950 e 1960, os atletas eram associados à boemia. Estavam na mesma categoria dos sambistas. Iniciar um romance com um tipo desses era motivo de desespero para a família, como foi para a de Rachel Izar Neves. Filha de libaneses ricos, Rachel conheceu o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves em 1958, quando ele era o titular da Seleção. Ela se apaixonou, mas esbarrou na resistência do pai, que deixou a filha trancada em casa por seis meses. A solução – fugir – custou-lhe a exclusão do testamento do pai e um exílio familiar de dez anos. "Era muito difícil um pai aceitar que a filha casasse com um jogador", diz o empresário Marcelo Izar Neves, filho do casal. "Hoje em dia, talvez a história fosse diferente."

Hoje, o que era vergonha se transformou em orgulho. O exemplo mais notório é Barbara Berlusconi. Filha do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, ela (aparentemente) não teve problemas em casa por assumir seu romance com Alexandre Pato, atacante do Milan, o time do pai. O político tem mandado recado pelos filhos de que Pato "já é da família". Pelo visto, em breve veremos um casamento com um pacto pré-nupcial daqueles. Difícil saber quem vai se proteger mais.

Finas, educadas e donas de prestígio e traquejo social, beldades como Bia Antoni e Deborah Seco representam o novo perfil da mulher de craque.

MADAME CHUTEIRA



 

 

Em Fortaleza, o I Encontro de Colecionadores de Futebol

13/08/2011   Comentários Nenhum comentário

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por Bruno Formiga - O POVO
brunoformiga@opovo.com.br

Verminosos por futebol, preparem-se! Se você é daqueles que junta tudo o que pode relacionado ao esporte e é chamado de louco, um aviso: há outros iguais por aí. E para provar que a espécie é bem mais popular do que se imagina, o Grupo de Literatura e Memória do Futebol (Memofut-CE) promoverá o I Encontro de Colecionadores de Futebol.

"Visará propiciar a apresentação das coleções bem como as trocas entre colecionadores", explica o pesquisador José Renato Sátiro, um dos fundadores do Memofut de São Paulo. O encontro não é de um objeto específico. Vale qualquer coisa ligada ao futebol.

Segundo José Renato, as reuniões do Memofut servem para a perpetuação da memória do futebol brasileiro. Nos outros encontros em Fortaleza, jogadores como Pacoti foram homenageados e aproveitaram o evento para relembrar a carreira.

O I Encontro de Colecionadores de Futebol ocorrerá no próximo sábado, de 9 às 12 horas, no auditório anexo ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), no Benfica. A entrada é franca.

SERVIÇO

I ENCONTRO DE COLECIONADORES DE FUTEBOL

Quando: Sábado, às 9 horas.

Onde: Auditório anexo ao IFCE, no Benfica. A entrada é franca.



 

 

Equipes aniversariantes em 12 de agosto

12/08/2011 Categoria:   Comentários Nenhum comentário

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Dínamo de São Paulo: de uniforme preto e branco, localizado no bairro de Santana, o time amador dinamo esporte clube é um dos mais tradicionais da varzea paulistana. Foi fundado em 1959.

Bela Vista de Palhoça: dona de um dos melhores e mais organizados campeonatos de futebol amador de santa catarina, Palhoça está em festa neste dia 12. O motivo, porém, não é do aniversario da liga, e sim de um tradicional time que é filiado a ela. Fundado em 1987, o Bela Vista Esporte Clube tem o uniforme vermelho e branco e manda seus jogos no estádio Arcelino Lidio da Silva.

Manganês de Itabira: Itabira, no estado de Minas Gerais, é famosa por seus minérios. Além do Valeriodoce, que é profissional e disputa a segunda divisão do estado, a cidade também com uma outra tradicional equipe mineradora. Fundado em 1946, de cores preto e branco, o Manganês FC disputa somente competições amadoras pela liga local.

Paissandu do Piauí: além de títulos,o tradicional Paissandu do Piauí já contou com um jogador ilustre. Campeão Mundial pelo Inter de Porto Alegre, Iarley, natural de Quixeramobim, disputou um campeonato estadual pelo brasinha, como é conhecido o clube. Fundado em 1928, manda seus jogos no estádio verdinho e suas cores vermelho e branco.



 

 

Equipes aniversariantes em 10 de agosto

10/08/2011 Categoria:   Comentários 1 comentários

palmeirasnordesteba.gif

Jaciobá de Pão de Açucar - uma das equipes que representou a cidade alagoana de Pão de Açucar no profissionalismo. Foi fundado em 1983, suas cores são azul e branco.

Palmeiras do Nordeste - atual Feirense, foi uma das equipes que mais mudou de nome no estado. Inicialmente, em 1997, foi fundado como Associação Atlética Independente. Cinco anos depois, após uma parceria com o Palmeiras de SP, a equipe passa a se chamar Palmeiras da Bahia. Há 4 anos,em 2007, o clube muda novamente de nome. Desta vez, passou a se chamar Feirense FC, como permanece até os dias atuais. Tem sede na cidade de Feira de Santana, famosa por ser a terra natal do musico Bira, que ao lado de outros 5 músicos, forma o sexteto do programa do Jô.

Opção FC - a quem for assistir a um jogo de futebol no Realengo, Rio de Janeiro, o Opção FC é uma opção. Além do nome, este simpático clube carioca tem um escudo bastante alternativo (http://distintivos.com.br/escudo.asp?cod=5344) Foi fundado em 1979.

A.A. São Francisco - poucos sabem, mas o ex-jogador Casagrande, antes de encerrar a carreira, fez uma paradinha rápida, de alguns dias, nesse simpático clube baiano. Fundado em 1976, o São Francisco pertence a cidade de São Francisco do Conde, ao lado de Candeiras e Madre de Deus, na região metropolitana de salvador. Campeão da Segunda Divisão estadual em 95, o São Francisco, hoje, se tornou um dos melhores do estado no futebol feminino.

Guarani Saltense - rival ferrenho do Saltense, que hoje disputa a série b do campeonato paulista, o clube Guarani nao é mais o mesmo de antigamente. De 1954 a 1992, a equipe saltense esteve presente em várias divisões do futebol paulista. Hoje, quase 20 anos depois, o clube está ameaçado de perder o estadio, por dívidas. Suas cores são preto e vermelho. Foi fundado em 1938.

Guarany de BH - extinto, o Guarany Football Club foi um clube dos primordios do futebol mineiro. Fundado em 1919, suas cores eram verde e branco.



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