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Blog Memória Futebol


Do BR/11 à convocação de Ronaldinho e ao Penta do Sub-20

Autor: José Renato - 22/08/2011   Comentários Nenhum comentário

Nunca testemunhei fase igual a esta no futebol brasileiro. 

Principalmente um campeonato principal com as características do presente. 

O equilíbrio é a tônica do BR/11 e não fossem as detestáveis transferências de jogos e outros fatores extracampo a nota do certame seria positiva.

Agora mesmo outro pacote de transferências de datas de partidas está sendo anunciado.

Será sim, em beneficio dos clubes, mas não seria muito mais simples não marcar rodadas nas previamente estabelecidas datas FIFA?

Também há valorização inegável da Série B onde disputas acirradas mantém a disputa aquecida. 

Mesmo que não conte este ano com os grandes que andaram desfilando por ela em disputas recentes, Corinthians, Palmeiras, Atlético Mineiro, Botafogo, o freguês Fluminense ...

Portuguesa, Ponte Preta, Náutico, Paraná, alguns nordestinos e sulinos puxam a fila enquanto que Guarani e São Caetano são as decepções pelo lado paulista.

Pela posição do final do turno na série A é bem possível que na próxima temporada exista componente do bloco de cima tentando o retorno.

O certame deste ano mostra que isso não faz diferença para a série B.

Esta já tem vida própria e que se há uma diferença é na forma de encarar a divisão entre os postulantes que nunca subiram e aqueles que ali vão a contragosto com a ideia fixa no retorno ao andar de cima. 

Enquanto para uns a Série B é a confirmação que há vida no lado escuro da Lua para outros é um castigo que pensam cumprir e nunca repetir.

Na divisão principal as equipes neste ano não tem diferença técnica notável.

Daquelas que estão no topo até as que habitam o raso da tabela. 

As mínimas diferenças são eliminadas pela vontade e a prova disso são os empates que se registram em muitos jogos. 

Esse equilíbrio é bom até certo ponto. 

O campeonato se ressente não só de ídolos como de grandes equipes e no momento do futebol brasileiro não se pode afirmar que por aqui exista um esquadrão, um só que seja. 

A queda do Flamengo, goleado em casa e diante de adversário de menor expressão avaliza o que penso. 

O Corinthians caindo também em casa diante do Figueirense é outra prova.

No BR/11 estão todos, pouco mais pouco menos, nivelados. 

Há equipes menores mostrando qualidades que os grandes não demonstram. 

Para muito desse estado de coisas há explicação. 

O Flamengo tem sua boa campanha alicerçada em apenas dois ou três jogadores. 

A saída de um deles desmonta o esquema. 

O São Paulo viu do raiar ao por do sol sua defesa se decompor. 

De repente jogou com os reservas dos reservas. 

O Santos vendeu peças de difícil reposição. 

É incompreensível que um clube de expressão se desfaça de um futuroso goleador como André e veja poucos meses depois o seu retorno para o futebol brasileiro, mas para outra agremiação.

Não parece que nesse mato tem jacutinga ?

Não são só a má forma de Ganso e o futebol moleque e instável de Neymar os culpados pela seca de vitórias. 

Enquanto em algumas equipes sobram valores para felicidade de seus técnicos em outras há uma escassez quase absoluta.

Vejam o Corinthians como primeiro exemplo e o Palmeiras como segundo.

É natural que no meio dos mais diferentes tipos de dificuldades existam equipes que se firmam e cresçam de produção.

É o que está acontecendo com o Vasco da Gama e com o Botafogo. 

Equipes menores souberam se reforçar na hora certa e nas posições corretas. 

Como a colocação do primeiro turno, tanto em conquistas como em castigos é apenas simbólica fica a certeza que no turno decisivo tudo poderá acontecer.

A SELEÇÃO PRINCIPAL CONTINUARÁ SEM DEFINIÇÃO

Outra incongruência do hoje do nosso futebol é o chamado de Ronaldinho Gaúcho para a seleção principal. 

Para um papel que ele nunca exerceu, pois mesmo em sua etapa de melhor do mundo no escrete nunca foi líder como quer Mano Menezes no momento. 

Sua convocação para o próximo amistoso da seleção (dia 5 de setembro em Londres, diante de Gana), comprova que a chamada renovação anunciada pela CBF e pelo técnico atual é um rotundo fracasso.

Enquanto Ronaldinho não vai liderar coisa nenhuma a CBF, baixando a crista e concordando que não tem uma grande seleção formada vai agora jogar até contra o Gabão.

Em matéria de futebol o Gabão existe?

Pelo menos será mais uma vitória na contabilidade de Mano Menezes.

Ou não?

Com a seleção que temos no momento é melhor não contar nenhuma vitória com antecedência.

SUB-20 OBTÉM SEU QUINTO MUNDIAL

Ninguém soltou rojões no Brasil pela vitória da seleção sub-20 no mundial da Colômbia encerrada na noite de sábado em Bogotá.

Depois do sucesso do sub-17 no recente sul-americano no Peru a equipe sub-20, ao vencer Portugal na prorrogação (2x2 no tempo normal) por 3 a 2 conquistou o pentacampeonato mundial dessa categoria.  

E no entanto, nessas equipes estão os futuros integrantes da divisão principal.

Em tese, pelo menos, assim deveria ser.

Mas não é.

Acompanhei o todo do mundial da Colômbia, como acompanhara antes o sul-americano sub-17 de Lima e não posso esconder minha opinião.

Serão contados nos dedos de uma só mão os valores desses selecionados que formarão nos próximos anos na equipe principal do país.  

Deixarei o tema para um estudo mais aprofundado proximamente.

As vitórias de equipes de base do Brasil não só ganharam uma coloração de rotina como também hoje não existe a mesma identificação de nossa população com as equipes da CBF em todos os níveis.

Fosse a vitória de Portugal, Espanha ou principalmente de um outro país latino que não o Brasil e haveria feriado nacional.

por Flávio Araújo


 

 

Aniversariantes do dia 22 de agosto

22/08/2011 Categoria:   Comentários Nenhum comentário

Ouro Verde de Encantado - Há quem diga que, quem vai a cidade de Encantado fica realmente encantado. Por isso o nome, segundo alguns moradores. A pequena cidade gaúcha que fica a 180 km de Porto Alegre, com cerca de 20 mil habitantes, conta vários times de futebol amador. Alguns deles, inclusive, já se arriscaram no profissionalismo. Ouro Verde, que já marcou presença em vários campeonatos da região, está completando 29 anos de existência. Suas cores são verde e amarelo.

Circulista Pratense - A cidade de Nova Prata, no Rio Grande do Sul, está reaparecendo no cenário futebolístico do estado. Depois de anos sem um representante no profissionalismo, a cidade agora está contanto com a participação da  Associação Nova Prata na segunda divisão. O amador, por outro lado, não deixa a desejar. O Circulista, um dos times daquela cidade, está completando 67 anos de existência. suas cores são grená e branco.




 

 

A Copa do Mundo já tem seus derrotados

Autor: José Renato - 22/08/2011   Comentários Nenhum comentário

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Por GUILHERME BOULOS*

As primeiras reações à escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo 2014 foram de festa.

De certo modo justificada: depois de mais de 60 anos, o país que tem o futebol como uma marca de cultura popular, com centenas de milhares de campos de várzea espalhados por todos os cantos, poderia voltar a ver de perto o maior evento futebolístico do planeta.

O menino da favela poderia, quem sabe, ir ao estádio ver seus maiores ídolos, que costumam se exibir apenas nos campos europeus. Um sonho…

Que não tardou muito em gerar desilusão.

De início, apareceu o incômodo problema de quem iria pagar a conta.

E veio a resposta, ainda mais incômoda, de que 98,5% do gordo orçamento do evento seriam financiados com dinheiro público, segundo estudo do TCU.

Boa parte do BNDES, é verdade.

Mas o capital do BNDES é alimentado pelo Orçamento Geral da União, portanto, dinheiro público, apesar dos malabarismos explicativos do Ministro dos Esportes.

Dinheiro que deveria ser investido no SUS, na educação, em habitação popular e tantos outros gargalos mais urgentes do país.

A questão torna-se ainda mais grave quando, motivado pelo argumento do tempo curto até 2014, o controle público dos gastos corre sério risco.

A FIFA impõe contratos milionários com patrocinadores privados. E o presidente do todo-poderoso Comitê Local é ninguém menos que Ricardo Teixeira, que dispensa comentários quanto à lisura e honestidade no trato com dinheiro.

Estes temas têm sido amplamente tratados pela grande imprensa.

No entanto, há uma outra dimensão do problema, infelizmente pouco abordada. E não menos grave.

Trata-se das consequências profundamente excludentes dos investimentos da Copa nas 12 cidades que a abrigarão.

Três anos antes da bola rolar, esta Copa já definiu os perdedores. E serão muitos, centenas de milhares de famílias afetadas direta ou indiretamente pelas obras.

Somente com despejos e remoções forçadas já há um número de 70 mil famílias afetadas, segundo dossiê de março deste ano produzido pela Relatora do Direito à Moradia na ONU, Raquel Rolnik.

E estes dados foram obtidos unicamente através de denúncias de comunidades e movimentos populares.

O que significa que os números tendem a ser muito maiores.

A Resistência Urbana – Frente Nacional de Movimentos solicitou a representantes governamentais do Conselho das Cidades um dado estimado de famílias despejadas e recebeu a resposta de que este levantamento não existe. O Portal da Transparência para a Copa 2014 tampouco fornece qualquer informação. Há uma verdadeira caixa-preta entorno dos números.

Isso facilita que qualquer processo de remoção receba o carimbo da Copa e, deste modo, seja conduzido em regime de urgência, sem negociação com a comunidade e passando por cima dos direitos mais elementares.

E, o que é pior, na maioria dos casos não há qualquer alternativa para as famílias despejadas. Quando há, são jogadas em conjuntos habitacionais de regiões mais periféricas, com infra-estrutura precária e ausência de serviços públicos.

Não é demais lembrar que, na África do Sul, milhares de famílias continuam hoje vivendo em alojamentos após terem sido removidas para a realização da Copa 2010.

Quem sorri de orelha a orelha é o capital imobiliário.

As grandes empreiteiras e, principalmente, os especuladores de terra urbana se impõem como os grandes vitoriosos. Nunca ganharam tanto.

Levantamento recente do Creci-SP mostra que em 2010 houve uma valorização de até 187% de imóveis usados em São Paulo e um aumento de até 146% no valor dos aluguéis. A rentabilidade do investimento imobiliário superou a maior parte das aplicações financeiras Para este segmento a Copa é um grande negócio.

Quem perde com isso é a maior parte do povo brasileiro. O trabalhador que ainda podia pagar aluguel num bairro mais central é atirado para as periferias. E mesmo nas periferias, os moradores são atirados para cidades mais distantes das regiões metropolitanas.

As obras da Copa desempenham um papel chave neste processo de segregação. O exemplo de Itaquera não deixa dúvidas: os preços de compra e aluguel dos imóveis dobraram após o anúncio da construção do estádio. Aliás, não se trata de um fenômeno apenas nacional: as Olimpíadas de Barcelona (1992), por exemplo, foram precedidas de um aumento de 130% no valor dos imóveis; em Seul (1988) 15% da população sofreu remoções. A conta costuma ficar para os mais pobres.

Isso quando não se paga com a liberdade ou a vida. Na África do Sul, durante a Copa 2010, foi criada por exigência da FIFA uma legislação de exceção, com tribunais sumários para julgar e condenar qualquer transgressão. O Pan do Rio foi precedido de um massacre no Morro do Alemão, com dezenas de mortos pela polícia, supostamente “traficantes”. Despejos arbitrários, repressão ao trabalho informal, manter os favelados na favela e punir exemplarmente qualquer “subversão”, eis a receita para os mega-eventos. Receita que mistura perversamente lucros exorbitantes, gastos públicos escusos e exclusão social.

*Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), militante da Resistência Urbana – Frente Nacional de Movimentos e da CSP Conlutas (Central Sindical e Popular).

fonte: Blog do Juca Kfouri, publicado em 20/8/2011



 

 

Aumenta crise do Atlético-MG

Autor: José Renato - 21/08/2011   Comentários Nenhum comentário

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Brasileirão contraria fama e é o mais desigual dos últimos anos

Autor: Adriano Fernandes - 21/08/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Distância entre pelotão de frente e últimos colocados nunca foi tão grande na era dos pontos corridos

O Campeonato Brasileiro carrega em sua história a fama de ser mais disputado e equilibrado que seus similares europeus. Mas ao olhar para a tabela de classificação da sua edição de 2011 é possível encontrar um pelotão de frente que se destaca de maneira inédita dos demais. Corinthians, Flamengo, São Paulo, Vasco, Botafogo e Palmeiras têm uma vantagem rara na história do Brasileirão por pontos corridos. Desde 2003, nunca houve uma distância tão grande entre os seis primeiros colocados e os demais times.

Durante as primeiras dez rodadas do Brasileirão 2011, o Corinthians até ameaçou disparar na classificação. Com um alto aproveitamento no início, o time agora está em queda. "A pressão existe porque nós fizemos 93% de aproveitamento. Agora aguenta a pressão. Nós criamos o monstro", comentou Tite, técnico do time paulista.

Com isso, logo o campeonato ficou mais equilibrado. Cinco clubes alcançaram o time de Tite. Os outros, com desempenho ainda fraco, contribuem para fazer desta edição do campeonato nacional a mais desigual dos últimos anos.

Atualmente, ao fim da 16ª rodada, a diferença entre o Palmeiras, sexto colocado, e o primeiro dos cinco últimos, o Santos, é de 12 pontos. A média dessa diferença, entre 2003 e 2010, é inferior a nove pontos.

O único campeonato que chegou perto da desigualdade atual foi o de 2005, quando a diferença entre o 6º, o Santos, e o primeiro dos cinco últimos, o Flamengo, era de 11 pontos. E é preciso lembrar que neste ano a competição contou com 22 clubes, o que teoricamente gera uma maior diferença de pontos entre a elite e os demais.

Cruzeiro, Fluminense, Internacional e Santos podem ser apontados como os culpados pelo desequilíbrio no Brasileirão 2011. Com times fortes, todos eram apontados como candidatos ao título, mas até agora decepcionam. Principalmente o clube da Vila Belmiro, que beira a zona do rebaixamento.

E agora, com tamanha desigualdade, os próprios jogadores do Santos já entram em contradição sobre o que é possível fazer no Brasileirão. Se por um lado Léo ainda fala em buscar o título, Edu Dracena descarta essa hipótese e teme o rebaixamento: "A realidade do Santos hoje é sair o mais rápido possível essa situação, mas hoje o Santos não briga pelo título”, disse o zagueiro e capitão.

Aliás, o desempenho dos times que lutam para não cair para a Série B também contribui para a desigualdade no Brasileirão 2011. Os últimos quatro colocados, América-MG, Avaí, Atlético-PR e Atlético-MG, passaram por longos jejuns de vitórias, o que resultou no aumento da distância para o pelotão de frente.

O time paranaense, por exemplo, vive o oposto da situação do Corinthians, pois teve um início ruim e só agora começou a se recuperar. Sob o comando de Renato Gaúcho, o time cresceu de produção e agora já tem um aproveitamento de elite, com 50% de pontos conquistados nos últimos oito jogos. "Essa colocação ruim na qual a gente está não é pelos seis ou cinco últimos jogos. É pelo início do Brasileirão", lembrou o goleiro Renan Rocha.

Mas não dá para culpar apenas os piores times do Brasileirão pela desigualdade. É preciso elogiar as boas campanhas que fazem os primeiros colocados. O Vasco, por exemplo, é o único quarto colocado que conseguiu chegar à casa dos 30 pontos com 16 jogos. Desde 2003, todos times que estavam nessa posição tiveram um desempenho pior. Na liderança, apenas o Fluminense de 2010, com 36 pontos em 16 jogos, conseguiu um desempenho melhor que o Corinthians atual, que tem 34.

fonte: Portal IG



 

 

Aniversariantes do dia 21 de agosto

21/08/2011 Categoria:   Comentários Nenhum comentário

Vasco da Gama – 113 anos de uma das mais tradicionais equipes de futebol profissional do Rio de Janeiro. Um dos mais antigos clubes esportivos do Brasil, o Vasco não teve suas atividades de futebol iniciadas logo em seu primeiro ano. Após o sucesso no mar, como clube de regatas, somente em 1915 é que o gigante da colina inicia sua vitoriosa história no esporte bretão. Parabéns, Vasco!!

Igarapava FC - No estado de São Paulo é muito comum encontrarmos clubes cujo mascote é um galo. Em Igarapava, à 437 km de São Paulo, não é diferente. Fundado em 1919, o Igarapava FC cujo apelido é “Galo da Comarca”, também usa esse galináceo como mascote. A equipe que é bastante tradicional na região já disputou o campeonato paulista em 10 ocasiões.

Imperatriz de Zumbi dos Palmares -  É uma equipe de futebol amador da cidade de Zumbi dos Palmares, em Alagoas. Fundado em 1994, a equipe conquistou seu primeiro e único titulo cinco anos depois, em 1999


Grêmio de Aracaju - O Grêmio FC é um time de futebol amador da cidade de Aracaju, capital do Sergipe. foi fundado em 1998.

Real do Vale do Sol - parece que hoje é o dia dos times amadores mesmo, desta vez, o aniversariante veio da região sudeste, mais precisamente de São José dos Campos, no estado de São Paulo. Fundado em 1974, suas cores são amarelo e azul.



 

 

Quem é o maior? Corinthians ou Palmeiras?

Autor: Adriano Fernandes - 21/08/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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Um dos maiores clássicos do futebol brasileiro e eleito pela CNN como o 9° (nono) de maior rivalidade no mundo. É conhecido como Derby Paulista.

A primeira partida entre as duas equipes ocorreu em 06 de maio de 1917, no Parque Antártica, e com vitória do então Palestra Itália, por 3 a 0, com três gols de Caetano.

Da primeira partida, até hoje, foram  334 jogos, com 120 vitórias do Palmeiras, 114 do Corinthians e 100 empates.  931 gols foram marcados no clássico, sendo

489 do Palmeiras e 447 do Corinthians.

Em relação a títulos estaduais o Timão é soberano, são 26 contra 22. Já em relação a titulos nacionais, o Palmeiras tem nove conquistas: 8 Brasileiros e 1 Copa do Brasil. O Corinthians tem sete: 4 Brasileiros e 3 Copas do Brasil. Lembrando que ambos foram rebaixados no Brasileirão e retornaram após conquista da Série B.

Em títulos internacionais o Palmeiras leva ligeira vantagem, 1 Libertadores e 1 Copa Mercosul, além da Copa Rio Internacional, em 1951. Já o Corinthians tem o Mundial de Clubes da FIFA, ainda almejado pelo Verdão.

Em 1933 ocorreu a maior goleada do Derby, Palmeiras 8 x 0 Corinthians e, em 1953 a partida com maior número gols: Corinthians 6 a 4.

São mais de 94 anos de história e com seguinte pergunta, Quem é o maior? Corinthians ou Palmeiras….. e dá-lhe rivalidade !!!!

Fonte: campeoesdofutebol.com.br



 

 

Top 5: As trombadas entre Felipão e a diretoria do Palmeiras

Autor: Adriano Fernandes - 20/08/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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Luiz Felipe Scolari chegou ao Palmeiras com rótulo de salvador da pátria. Contratado a peso de ouro, o treinador chegou respaldado pela série de títulos conquistados em sua primeira passagem à frente do clube. Idolatrado pela torcida e tido como intocável dentro do clube, Felipão não abandonou seu estilo combativo e em vários momentos entrou em rota de colisão com os próprios dirigentes. Não faltaram caneladas de ambos os lados, mas ao que tudo indica as duas partes acabam se entendendo no final, mesmo que distribuam tapas e beijos pelo caminho

- Felipão revela veto ao Morumbi no Paulista e diretoria rebate

A escolha do palco para a semifinal do Paulistão contra o Corinthians gerou rusgas públicas entre Felipão e a diretoria. O treinador, que gostaria de jogar no Morumbi por considerar que o Pacaembu é a casa do rival, revelou que o estádio foi vetado pela diretoria sem maiores explicações. A diretoria desmentiu Scolari e disse que o Pacaembu foi escolhido pelo público ficar mais próximo ao campo. O Corinthians acabou se classificando nos pênaltis para a decisão do estadual.

Diretoria desmente Felipão, nega veto ao Morumbi e diz que optou pelo Pacaembu

- Irritado com possível perda de Luan, treinador peita clube e vence

Fã do atacante, Felipão comprou briga com a diretoria para contratar o jogador em definitivo do Toulouse. Antes do final feliz, o treinador chegou a peitar a diretoria e dizer que o Palmeiras era o grande culpado pela negociação fracassar. Acuados pela estratégia agressiva do treinador em cobrar publicamente empenho para reforçar a equipe, os dirigentes cederam e gastaram R$ 7 milhões para contratá-lo.

Felipão revela reviravolta após acerto com Luan: "Palmeiras é o grande culpado"

- Falta de pulso de diretores na novela Kleber irrita treinador

A novela mais espinhosa dos últimos tempos no Palmeiras revelou novo atrito entre treinador e diretoria. Irritado com a sequência de declarações polêmicas de Kleber, que chegou a chamar o vice de futebol Roberto Frizzo de covarde, Felipão esperava uma punição ao atacante, o que acabou não acontecendo de imediato. O treinador queria punir Kleber pelas faltas nos treinamentos, o que só aconteceu quando o Gladiador sumiu às vésperas do confronto contra o Flamengo.

Falta de rigor da diretoria com Kléber irrita comissão técnica

- Dirigente contradiz o treinador e diz que clima no clube é bom

Após a derrota para o Vasco pelo Brasileirão, Felipão deu entrevista e afirmou que o clima no clube havia mudado desde o assédio flamenguista a Kleber, deu a entender que o elenco estava dividido e ainda deixou nas entrelinhas que poderia ser trocado pela diretoria caso não estivesse agradando. Mais uma vez coube a Frizzo o papel de bombeiro e o vice de futebol mais uma vez foi contra o técnico ao dizer que não tinha detectado ambiente ruim no vestiário palmeirense.

 "Agosto negro" palmeirense expõe racha no elenco e mostra Felipão cansado

- Diretoria enquadra treinador em negociação de Pierre

Encostado no elenco, Pierre era visto como moeda de troca no clube e Felipão planejava usar o volante em uma negociação com o Atlético-MG para trazer Ricardo Bueno. A diretoria não quis saber de conversa (o jogador move um processo contra o clube mineiro) e cedeu Pierre apenas em troca dos salários do atleta, o que deixou Felipão bicudo. Para azedar ainda mais, o vice de futebol Roberto Frizzo declarou que a negociação era da alçada da diretoria, não da comissão técnica.

Para vice do Palmeiras, negociação de Pierre não é da alçada de Felipão


Fonte: uol.com



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