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Blog Memória Futebol


Argentino é pai das gêmeas Mara e Dona

30/08/2013 Categoria: Rafael Luis Azevedo   Comentários Nenhum comentário

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Se tivesse nascido menino, poderia ser Diego. Mas calhou de ser menina – e logo duas! Problema para a homenagem? Pois o argentino Walter Gaston Rotundo teve uma ideia inusitada para, mesmo assim, saudar o ídolo Maradona na certidão das gêmeas. Dividiu o sobrenome, e então vieram ao mundo Mara e Dona. Genial!

Essa história de paixão desmedida, claro, surgiu em Buenos Aires, centro de adoração ao camisa 10. Walter nasceu em 1982, em meio à Guerra das Malvinas, quando seu país perdeu a soberania da ilha para os ingleses. Alguns anos depois, ele virou fã do craque que levou a Argentina à desforra.

“Eu sou um argentino que ama Maradona. E este amor tem dois momentos principais: a vitória sobre a Inglaterra na Copa de 1986, que também foi política, com direito ao melhor gol da história dos Mundiais, e as lágrimas de Diego na final de 1990 por não ter derrotado o poder da Fifa”, conta.

Walter conheceu a esposa, Stella Maris, em 2001. E desde aquela época já comentava que juntos teriam duas filhas, e que se chamariam Mara e Dona. Em 2010, ela descobriu que estava grávida. Meses depois, soube que eram gêmeos. Mais alguns meses, viu que seriam meninas. “Nesse momento, minha esposa me disse: ‘Elas serão Mara e Dona’”. Estava escrito.

Curiosamente, Maradona teve conhecimento do tributo alguns meses antes do parto. Foi num programa da rádio Metro 95,1, do jornalista Andy Kustnetzoff, relembra Walter. O apresentador disse apenas que as duas meninas homenageariam o ídolo. O craque, agradecido, sugeriu: “Que o pai ponha Mara em uma e Dona em outra”. Estava mesmo escrito.

Dia 26 de julho de 2011, nasciam Mara Delfina Rotundo e Dona Isabella Rotundo. Hoje, além de várias blusas da seleção, elas também desfilam com camisas do Al-Wasl, dos Emirados Árades, autografadas por ninguém menos que Maradona, ex-técnico do time.

Apesar de tudo, Walter não se considera um fanático por Maradona. “Não gosto dessa palavra. Um fanático não consegue ver os erros do ídolo. O amor, ao contrário do fanatismo, permite enxergar isso”, compara. Fanático, louco ou verminoso, tanto faz… Essa paixão que resultou na Mara e na Dona é tão grande que não dá pra definir.

Página do Facebook de Walter Rotundo em homenagem a Maradona:

www.facebook.com/lagentedeldiego

Fonte de Texto & Imagem: Verminosos Por Futebol em  27/08/2013


 

 

Elitização ou popularização do público nos estádios?

Autor: Adriano Fernandes - 30/08/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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Por Jorge Hori* 

Com a proximidade da Copa 2014, já antecedida pela Copa das Confederações, com a abertura de novos estádios houve uma forte elevação dos preços dos ingressos dos jogos, saindo de uma média em torno de R$ 10,00 no Brasileirão 2012 para quase R$ 40. O Corinthians, o time com maior público, vem com um ingresso médio na faixa de R$ 30,00, com o menor preço do ingresso avulso de R$ 50. O valor do ingresso médio é puxado para baixo pelas meias entradas e sócios torcedores.

Estava ocorrendo uma "elitização do público" atraindo mais famílias, com mulheres e crianças, dispostas a pagar mais por um entretenimento esportivo.

Percebendo a carência de jogos de futebol de melhor qualidade, de um lado, e do poder aquisitivo, de outro, os principais times cariocas acharam em Brasília uma "mina de ouro", passando a programar parte dos seus jogos no Estádio "Mané Garrincha".

O primeiro jogo da série, levado pelo Santos, contra o Flamengo, em maio, bateu todos os recordes do Brasileirão, alcançando um público pagante de 63.501 e uma renda bruta de R$ 6.948.710,00. O Flamengo programou vários jogos, sendo o mais recente, no sábado, 24 de agosto, contra o Grêmio, ficou no patamar médio dos seus jogos na Capital Federal, 20 mil pagantes. 

Foram colocados à venda 20.580 ingressos, todos vendidos, gerando uma renda de R$ 951.590,00 com ingresso médio de R$ 46,24. O maior volume foi de meia entrada nas arquibancadas superiores, com quase 10 mil pagantes. O clube conseguiu uma renda líquida de R$ 306 mil e mesmo com a penhora de parte, levou para os seus combalidos cofres, R$ 260 mil.

No mesmo final de semana, Brasília recebeu um segundo jogo, com o Vasco levando o jogo contra o Corinthians para o Mané Garrincha, apesar de ter um estádio próprio no Rio de Janeiro. Já o havia feito no jogo contra o Flamengo em julho, quando vendeu todos os 61.767 ingressos, alcançando uma receita bruta de R$ 4.071.170,00, determinando um ingresso médio de R$ 65,91. Quase 37 mil pagaram o menor valor de R$ 50,00, com meia entrada nas arquibancadas superiores.

No jogo contra o Corinthians teria "vendida" a receita, contra um recebimento firme de R$ 1.500.00,00. Foram comercializados 21.672 ingressos, pouco mais que o jogo de sábado do Flamengo, porém a preços maiores, gerando uma arrecadação de R$ 2.070.800,00, elevando o ingresso médio para R$ 95,55. O maior valor, as cadeiras VIP que deixam o vazio central nas transmissões, foi de R$ 300,00 e o menor de R$ 80,00. 

Quase 10 mil pagaram R$ 100,00, como meia entrada nas arquibancadas inferiores. Deduzindo os ingressos promocionais a receita dos pagantes teria sido de R$ 1.733.040,00 para 17.450 pessoas, elevando o ingresso médio efetivo para R$ 99,31, quase cem reais.

Considerando as taxas obrigatórias para o INSS e mais as taxas das Federações o empreendedor, que o Governo de Brasília, não divulga, teria tido, desta vez, prejuízo. Mas teria ganho muito em jogos anteriores.

Apesar dos preços elevados nas arquibancadas superiores, além dos custos da viagem, um grupo de torcedores provocaram tumultos, assustando mulheres e crianças, mostrados pela televisão, podendo afastar as famílias que está se querendo atrair para os estádios.Foi uma falha de segurança.

Com esse processo de elitização do público, com o que pode ser caracterizado como "boutiquização dos jogos"  a dúvida é se haveria público em grande escala para ingressos populares para retornar ao público de massa. Um nível da ordem  de 20 mil pagantes a com ingresso médio em torno de R$ 15,00 provavelmente daria prejuizo ao mandante.

O São Paulo FC, até há pouco o único clube com estádio próprio de grande porte, agora tendo a companhia do novo estádio do Grêmio, em crise esportiva, estando na faixa do rebaixamento para a série B, resolveu promover a atração os seus torcedores, com ingressos mais baratos, alguns a R$ 2,00 para sócio torcedores, no último jogo contra o Fluminense. Dessa vez parece ter funcionado, pois o time conseguiu estancar a série de 11 jogos sem vitória no Brasileirão.

Todos os 55.256 ingressos colocados à venda foram adquiridos, sendo o maior volume o da arquibancada - inteira a R$ 10,00, com 28.013 pessoas. A receita total foi de R$ 658.580,00, determinando o valor de ingresso médio de R$ 11,92, o que reduziu a média anterior de R$ 26,93 para R$ 18,26. Até a 8ª rodada a média de público no Morumbi foi de 10.116 pessoas e de R$ 272 mil de receita média. 

Com os preços populares, além de público maior, conseguiu uma receita bem maior, apesar da queda do ingresso médio e ganhos maiores. A sua receita líquida foi de R$ 486 mil, correspondendo a 74% em relação à receita bruta.

Essa situação mostra que, na contra-mão da elitização a popularização deu certo. Seria uma circunstâncias especial?

Fonte da Imagem: Apublica.org

Fonte: Portal 2014 em  27/08/2013



 

 

O Martha Rocha do futebol

30/08/2013   Comentários Nenhum comentário

Poucos jogadores (principalmente zagueiros) foram tão elegantes dentro e fora de campo quanto Mauro Ramos de Oliveira. Tanto que era chamado de Martha Rocha. Longe de ser uma ofensa, o apelido era uma referência à beleza e elegância da miss Brasil que por pouco perdeu o título de Miss Universo.

Mauro estreou com a camisa do São Paulo aos 18 anos de idade, substituindo o lendário argentino Armando Renganeschi. Apesar da pouca idade, ele não decepcionou, sagrando-se campeão paulista já naquele ano e bi na temporada seguinte. Pelo clube da capital paulista, faturaria ainda os Estaduais de 1953 e 1957.

Reserva nas Copas do Mundo de 1954 e 1958, Mauro Ramos teve finalmente sua grande oportunidade no Mundial do Chile, em 1962. Mais uma vez, não a desperdiçou: foi não apenas titular, mas também capitão, erguendo a taça Jules Rimet no final da competição.

Àquela altura ele já defendia o Santos, para onde havia se transferido em 1960. Em companhia do goleiro Gilmar (ex-Corinthians) e do gaúcho Calvet, deu um jeito na problemática defesa do time de Pelé. E, em 1963, provou de uma vez por todas que era, antes de tudo, um vencedor: ergueu a taça de outro bi: Mundial Interclubes, pelo Santos.

Mauro Ramos faleceu em 18 de setembro de 2002, aos 72 anos, em Poços de Caldas, sua terra natal. Dias antes, ele tinha sido internado na Santa Casa de Misericórdia da cidade, devido a problemas cardíacos e câncer no intestino.

Fonte da Imagem:

Fonte: UOL Esportes



 

 

Alcides Fonseca Júnior, Raça até demais

Autor: Adriano Fernandes - 29/08/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Longe de ser um zagueiro técnico, Juninho era muitas vezes chamado de violento, e de fato o defensor exagerava de vez em quando, tal a sua determinação.

Surgido na Ponte Preta, Juninho foi para a Copa de 1982, na reserva de Oscar. Ganhou a simpatia da torcida corintiana numa vitória por 4 x 1 sobre o Flamengo, na qual fez as vezes de "maestro", regendo o coro da torcida paulista.

Voltaria a incomodar o Flamengo quando defendeu o Vasco da Gama. Alcides Fonseca Júnior passou por vários clubes do Brasil entre eles Juventus (SP), Cruzeiro, XV de Piracicaba (SP), Atlético (PR), São José (SP), Nacional (SP) e Yomiuri (JAP), encerrando a carreira no time de sua cidade natal, Olímpia.

Fonte da Imagem: Museu de Esportes

Fonte: UOL Esportes



 

 

O garoto mimado pela Fiel

Autor: Adriano Fernandes - 29/08/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Wladimir (Fonte: Gazeta Press)

"Wladimir, o Timão é mais importante que a Seleção." A faixa, estendida pela Fiel torcida em um jogo do Corinthians contra o Juventus, em 1977, na semana em que o lateral-esquerdo havia sido cortado da Seleção Brasileira, mostra bem o que foi a carreira do melhor jogador do Corinthians na posição em sua história.

Apesar da boa técnica aliada ao espírito de luta, Wladimir jamais teve com a camisa amarela da Seleção a mesma sorte e desempenho mostrados com a alvinegra. Em parte, por conta da concorrência que sofria do flamenguista Júnior, um fora-de-série. Mas também porque sempre preferiu marcar do que apoiar o ataque.

Surgido nos juvenis do próprio Corinthians, Wladimir teve sua primeira oportunidade dada pelo técnico Duque, em 1972, durante uma excursão do clube à Europa. Mas só se firmaria no ano seguinte, quando o time já estava sob o comando técnico de Yustrich.

Campeão paulista em 1977 e 1979, Wladimir transformou-se, alguns anos depois, em um dos líderes da Democracia Corinthiana, movimento que pregava uma maior participação dos atletas nas decisões do departamento de futebol.

Novamente campeão estadual em 1982 e 1983, ficou sem ambiente no clube quando a oposição à Democracia venceu as eleições. Voltaria em 1987, para jogar como quarto-zagueiro e completar os 801 jogos que fazem dele o recordista absoluto de participações com a camisa do Corinthians.

Depois, teve passagens menos marcantes por Santo André, Ponte Preta, Cruzeiro e Santos. Encerrou a carreira na Central Brasileira de Cotia.

Fonte da Imagem: Gazeta Press

Fonte: UOL Esportes



 

 

O último campeão

28/08/2013 Categoria: Roberto Vieira   Comentários 2 comentários

Djalma Christiano Gomes - Naútico

O menino Djalma era um gigante. Djalma que nasceu no dia 20 de dezembro de 1918 na Capunga. Mãos imensas onde desapareciam as bolas chutadas nas brincadeiras de infância. Mãos imensas que enfrentavam de peito aberto os sonhos de gols dos amigos no Colégio Carneiro Leão. Djalma agarrava tanto que o Fluminense da Capunga não perdeu tempo. E lá se foi Djalma defender o arco do tricolor suburbano.

Dividindo o tempo entre os estudos e a bola, Djalma veste as cores do América atuando algumas vezes pelo campeão do centenário. Mas a paixão de Djalma possuía outras cores. Em fins de 1937, Djalma realiza seu sonho de jogar pelo Clube Náutico Capibaribe, sendo campeão estadual pelo segundo quadro Timbu. Como o destino bate bola com só craques, foi a presença de Djalma que viria a garantir o segundo campeonato alvirrubro em 1939, ano do mais disputado de todos os certames da nossa história.

O Náutico tinha a geração Carvalheira no comando do ataque. Bermudes e Celso jogavam uma barbaridade. Edson e Célio garantiam equilíbrio defensivo. Mas tudo isso não era suficiente naquele ano terrível de 1939. O América tinha um esquadrão poderoso nos pés de Moacir. O Sport trazia o jovem azougue Ademir Menezes. O Santa Cruz era território do infernal ataque com Jango e Tará, Sidinho e Siduca.

Como parar estas feras? Como deter a sanha goleadora de tantos artilheiros implacáveis?

A história registra a goleada do Santa Cruz sobre o América por 7x5. América que derrotara o Náutico por 3x1 dias antes. Com o Sport fora da disputa por pontos corridos, os tricolores jogavam a última partida diante do Náutico precisando apenas de um empate para faturar o segundo turno e provocar uma melhor-de-três. Já o Náutico, vencedor do primeiro turno, dependia de uma vitória pra botar a mão na taça.

O extraordinário Vicente, goleirão do Santa era só confiança. Tará dizia que desta vez o título era dele. Mas aquele Clássico das Emoções tinha destino marcado com as mãos imensas daquele menino chamado Djalma. O Náutico marcou com um potente chute de Ary. O Santa Cruz não acreditando na desvantagem no marcador, avançou com todas as forças para cima do alvirrubro. Tará, Ita, jango, Siduca chutaram milhares de vezes em gol. O menino Djalma voava, espalmava, defendia até pensamentos da cobra coral. O tempo parecia não ter fim no relógio da Lafayette.

Porém, o campo da Jaqueira lembra com saudade que as redes de Djalma permaneceram invictas naquela tarde. A bola se recusou a trair um dos maiores arqueiros da nossa história. Com a tranquilidade dos grandes da sua posição, o apito final do árbitro Palmeira encontrou nosso herói calmo debaixo das traves, observando Tará de joelhos diante do inevitável.

O futebol de Djalma ainda viveu muitas glórias. Ele foi escalado pelo técnico Pimenta como titular da seleção pernambucana que naquele ano chegou às semifinais do Brasileiro de Seleções. Djalma agarrou tanto que foi cobiçado pelo Fluminense e Botafogo do Rio.

No entanto, o coração de Djalma tinha dono e dona. Em 1941, o célebre arqueiro contrai matrimônio. O futebol é deixado de lado pela vida de homem casado e com responsabilidades de gente grande. Djalma se aposenta jovem do Náutico, mas carrega o amor pelo clube em seu coração por toda a vida.

Um a um, assiste seus velhos companheiros se despedindo dos campos dessa vida. Apenas ele, Djalma Christiano Gomes, permanece defendendo o arco da história alvirrubra. Passam os anos, os espingardinhas, os hexas, os jorges, os baianos, os bizus e kukis. Passam os bondes, as enchentes e até o antigo estádio dos Aflitos ameaça fechar.

Acontece que o tempo sempre marca seu gol. O menino Djalma acaba de se despedir da imensa grande área onde brilhou intensamente como filho, jogador, pai e avô. Djalma foi se encontrar com o esquadrão alvirrubro de 1939, além de com todos os adversários que aplaudiram seu talento e espírito desportivo.

Como momento mais comovente desta linda história, Djalma fez um pedido final. Seu último desejo foi ter suas cinzas espalhadas pelo velho estádio dos Aflitos.

Estádio que depois desse pedido, torna-se imortal.

Tive o prazer de entrevistar Mestre Djalma no seu depoimento para o livro 'Reis do Futebol em Pernambuco – Técnicos'. Fui apresentado a ele pelo Mestre Carlos Celso Cordeiro. Estas linhas foram escritas com um misto de respeito e saudade. Mestre Djalma reunia em seu espírito, todas as qualidades que se esperam de um grande atleta e de um grande homem. O seu pedido final, simboliza um amor e paixão pelo Clube Náutico Capibaribe que deveria ser compartilhado em toda sua grandeza por cada alvirrubro.

Pois o Náutico foi seu primeiro e definitivo amor...



 

 

Clube Esportivo Bento Gonçalves

Autor: Adriano Fernandes - 28/08/2013 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

Clube Esportivo Bento Gonçalves (Fonte: Show de Camisas)

Por Allan Zanetti


O Esportivo foi fundado em 28 de agosto de 1919. No dia 21 de setembro do mesmo ano, disputou a primeira partida de sua história, no empate em 1x1 com o Garibaldi. O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni.

No dia 24 de agosto de 1945, aconteceu a inauguração do Estádio da Montanha num jogo entre Esportivo e Atlântico de Erechim. O pontapé inicial simbólico foi dado pela senhora Alinda Busnello, primeira madrinha do Esportivo. A partida acabou empatada em 0x0. 

Em 1969, o Esportivo foi campeão da Segunda Divisão gaúcha. Foi uma campanha impecável, de 19 vitórias em 22 jogos disputados. O título veio sobre o Avenida, com vitória em Santa Cruz do Sul por 1 a 0 e nova vitória, desta vez por W.O, em Bento Gonçalves.

O ano de 1969 também registrava a comemoração do cinquentenário do Clube Esportivo e a direção queria marcar este grande acontecimento com a criação de um "hino" que cantasse as glórias e os feitos do alviazul. O hino foi composto pelo músico e maestro Moysés e teve os versos escritos por Maria Frota. 

No dia 18 de abril de 1971 aconteceu uma vitória extraordinária. O Esportivo tirou a invencibildade de 24 partidas do Grêmio com uma goleada. A boa equipe de Bento Gonçalves derrotou o tricolor porto-alegrense por 5x2, virando notícia na mídia nacional.

Em 15 de abril de 1973, o Esportivo derrotou o Internacional por 2x1, conquistando sua primeira vitória diante do Colorado e tornando-se o primeiro clube do interior gaúcho a vencer no Beira-Rio.

No final de 1973, o Esportivo foi campeão da Copa Governador do Estado. O título veio com uma rodada de antecipação após vencer, em casa, o Internacional de Santa Maria por 2x1.

No ano de 1977, o Esportivo conquistou a Copa Governador do Estado pela segunda vez. Na decisão, enfrentou o Brasil de Pelotas. Na partida de ida, dia 12 de abril, venceu por 1x0 em pleno Estádio Bento Freitas, com gol de Rubem. Na volta, dia 15 de dezembro no Estádio da Montanha, perdeu pelo mesmo placar.

Com os resultados iguais, foi necessária a realização de uma terceira partida, a qual foi marcada para o dia 22 de dezembro, em campo neutro. O local escolhido foi o Estádio Cristo-Rei, em São Leopoldo. Entretanto, a torcida do Brasil derrubou o alambrado do estádio, e a partida foi cancelada por falta de segurança. A decisão ficou para o dia 2 de fevereiro de 1978, no Beira- Rio, em Porto Alegre, com a presença do Governador Sinval Guazzelli. O Esportivo venceu por 3x0, com os três gols da partida sendo marcados por Adilson, e ficou com o título.

Em de 1979 o Esportivo sagrou-se vice-campeão estadual com Valdir Espinosa (treinador), Zeca Rodrigues (preparador físico), Jânio, Noelsen, Edgar, Carlão, José, Raquete, Celso Freitas, Dilvar, Toninho Fronza, Adilson, Sílvio, Sperotto, João Carlos, Lambari, Valdeci, Rubem, Renato Portaluppi, Jarbas, Daio, Eraldo, Sanches, Catarina, Néia e Tovar. 

Nesse mesmo ano, no dia 30 de maio, ocorreu um jogo histórico. O Esportivo enfrentou o Grêmio na Montanha num jogo disputado com muita neve, numa temperatura de um grau centígrado. A partida terminou em 0x0 e foi batizada de "O Jogo da Neve".

No ano de 1982, o Esportivo conquistou a Copa RS. A decisão foi em 17 de julho, com vitória do Esportivo sobre o Internacional de Santa Maria por 1x0, no Estádio da Montanha. Na semifinal, o Esportivo havia vencido o clássico, contra o Caxias, por 2x0, em pleno Centenário.

Um ano depois, em 1983, o Esportivo venceu a Copa ACEG. Na final, disputada contra o Novo Hamburgo, o Esportivo venceu o primeiro jogo, em casa, por 1x0 e buscou o empate na cidade de Novo Hamburgo, garantindo assim o título. Era o sexto título do Esportivo num período de dez anos (1973-1983), consolidando o clube como uma das principais forças do interior gaúcho tanto na década de 70, como na de 80.

O Esportivo foi Campeão do Interior por seis vezes, em 1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987, título este muito cobiçado pelas equipes interioranas na época.

Na década de 80, o clube disputou as competições nacionais da Série B em 1983 e 1989, e da Série C em 1987 e 1988, não obtendo qualificações destacáveis.

O ano de 1999 ficou marcado pelo bicampeonato da Segunda Divisão estadual do Esportivo. O clube chegou na fase final, tendo que jogar contra Glória de Vacaria, Rio Grande e 15 de Novembro. O título foi conquistado com uma goleada por 6x0 contra o Glória.

No ano de 2004, após 15 anos afastado de torneios nacionais, o Esportivo disputou a Série C. A equipe ficou no 3º lugar do Grupo 16, composto por Novo Hamburgo, Ulbra e Lages. 

Ainda em 2004, o Esportivo inaugurou seu novo estádio, Montanha dos Vinhedos, contra o Pelotas, e venceu por 2x0. No mesmo ano, o time conquistou a Copa FGF ao vencer o Gaúcho nos dois jogos da final por 3x0 e 2x0, classificando-se para a Copa do Brasil de 2005.

Na Copa do Brasil, o Esportivo eliminou o Londrina na primeira fase, e na segunda fase enfrentou o Fluminense. O primeiro jogo na Montanha dos Vinhedos terminou em 2x1 para o time carioca, credenciando o Esportivo a jogar no Maracanã. A partida histórica do Esportivo no templo mundial do futebol terminou em 1x0 para o Fluminense, eliminando o alviazul da competição.

Em 2007, o Esportivo disputou novamente a Série C, fazendo sua melhor campanha na história. Na primeira fase, fez parte do Grupo 16, onde enfrentou Joinville, Adap/Galo Maringá e Caxias, obtendo classificação em 2º lugar. Na segunda fase, num grupo composto por Bragantino, Roma Apucarana e Democrata, terminou na 1ª colocação da chave. Na terceira fase então, numa chave mais complicada, em que o Esportivo teve de enfrentar Vila Nova, Atlético Goianiense e Villa Nova-MG, o clube terminou na 4ª colocação, sendo eliminado. Mesmo assim, foi uma campanha muito boa, visto que o Esportivo não era apontado como um dos favoritos da competição e quase chegou na fase final da mesma.

Fonte da Imagem: Show de Camisas

Fonte: Clube Esportivo Bento Gonçalves



 

 

Lista Final da Comissão de Árbitros da FIFA: vergonha à CBF

Autor: Rafael Porcari - 27/08/2013 Categoria: Rafael Porcari   Comentários Nenhum comentário

Referee Fifa

Itália, Argentina, Alemanha e outras potências futebolísticas estão representadas na nova Comissão de Árbitros da FIFA. Vanuatu, Uganda, Finlândia, e outros países não tão fortes no cenário da arbitragem, também. E o Brasil ficou de fora de tudo ao que se refere a arbitragem internacional.

Que desprestígio! Das 28 nações representadas, não estamos figurando em nenhum comitê!

A nova comissão é a seguinte (extraída de www.refnews.com.br):

PRESIDENTE:

Jim BOYCE – Irlanda do Norte

Outros Membros:

ZHANG Jilong – China

Worawi MAKUDI – Tailândia

MEMBROS DE COMPETIÇÕES:

Carlos ALARCÓN – Paraguai

Badara SENE – Senegal

Jorge ROMO – Argentina

Peter MIKKELSEN – Dinamarca

Toru KAMIKAWA – Japão

Carlos BATRES – Guatemala

Tarek BOUCHAMAOUI – Tunisia

Lee HARMON Cook – Islândia

Ingrid JONSSON – Suécia

Jorge LARRIONDA – Uruguai

Jassim MANDI – Barein

Celestin NTAGUNGIRA – Ruanda

Alfredo TRENTALANGE – Itália

Terence BABWAH – Trinidad e Tobago (Comitê Medico)

MEMBROS DE DESENVOLVIMENTO:

Belaïd LACARNE – Algeria

Michal LISTKIEWICZ – Polônia

Ted HOWARD – EUA

Lambert MALTOCK – Vanuatu

Katriina ELOVIRTA – Finlândia

Jacqueline LELEU – Australia

Subkhiddin MOHD SALLEH – Malásia

Mike RILEY – Inglaterra

Oscar RUIZ – Colômbia

Hector VERGARA – Canadá

James SEKAJUGO – Uganda (Comitê Medico)

Fonte de Texto & Imagem: Blog do Professor Rafael Porcari em 16/8/2013



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