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Blog Memória Futebol


Tirem o esporte do pântano

Autor: José Renato - 31/10/2011   Comentários Nenhum comentário

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Só o equilíbrio salva o BR/11 e o fracasso dos nossos no primeiro corte do alfanje na Sul-Americana o provou.

Só sobrou um.

Vergonha.

Tem também o vexame do masculino no México e ao final a incipiência do feminino se mais quisermos mostrar.

O assustador de tudo isso é que nosso futebol vive fase de grande faturamento.

Então, como explicar o fracasso no baixo nível técnico do nacional e no reflexo rasteiro projetado nas competições internacionais?

O Brasil e seu futebol nunca estiveram tão iguais.

Enquanto o país só fala em projeção no campo internacional, em compor o grupo rico do planeta vemos às nossas costas que sustentamos uma corrupção endêmica em nossa vida política.

O básico do brasileiro: saúde, educação, segurança e transporte apresentam resultados de chorar a quem sonha com o Brasil que o governo apregoa.

O lotear de ministérios a cada dia mais nos mostra que o caminho está minado.

O esporte não pode se misturar à geleia geral que impera no comando da nação.

Há gente capaz de dirigi-lo formada no próprio meio. 

Enquanto as medalhas do Pan vão sendo somadas em bom número compreendamos que com todo o me-ufanismo dos locutores que de lá torcem, ao invés de narrar os feitos, os índices técnicos passam longe dos exigidos numa Olimpíada.

Que é onde o Brasil almeja chegar.

Também a uma nova Copa do Mundo; a um mundial de clubes com o Santos mostrando que não é só Neymar; a um certame nacional com clubes que entrem para mostrar valor e não apenas para guardar lugar.

Não será fazendo estádios para abrigar shows musicais que chegaremos a tanto.

Aldo Rebelo não é um estranho no ninho.

Pode ser útil embora manter-se todo um setor em momento tão importante nas mãos de um único partido jamais será uma boa política.   

Por Flávio Araújo - Coluna “Em Cima da Hora” do Agora SP de 30 de outubro


 

 

"Gorduchinha" ganha força e pode dar nome à bola da Copa 2014

Autor: Adriano Fernandes - 31/10/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários 1 comentários

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A bola da Copa do Mundo 2014 poderá receber o nome de "Gorduchinha", parte do bordão utilizado pelo locutor Osmar Santos durante a carreira de 31 anos. A campanha "Gorduchinha 2014" começou no dia 21 de julho deste ano e ganhou força após algumas manifestações de apoio.

No final de julho, Delen Bueno, idealizador da homenagem, criou uma página na rede social Facebook. Desde então, o perfil recebeu a visita de 350 mil internautas. Mais recentemente, durante um evento da Fundação Gol de Letra, os ex-jogadores Raí e Leonardo também aderiram à campanha. 

No último dia 11, mais uma demonstração de apoio ocorrida antes da partida Portuguesa e Boa Esporte, no Canindé.

De acordo com Delen Bueno, a ideia surgiu após a Copa 2010. "Fiquei com isso na cabeça, mas guardei. Em dezembro do ano passado, fui almoçar com ele (Osmar) para convidá-lo ao meu casamento. Nisso dei a ideia de colocar o nome de 'Gorduchinha' e ele topou na hora", afirmou à reportagem da "Gazeta Esportiva.net".

Delen explica que a proposta da campanha é chamar a atenção da empresa que detém os direitos do nome da bola da Copa do Mundo. "Todos podem apoiar o movimento. Essa é uma campanha do povo, dos amigos do Osmar", disse.

Desde 1970

A bola oficial da Copa passou a ter nome no Mundial do México, em 1970. Na ocasião, ela foi chamada de Telstar, mesmo nome utilizado na Copa de 1974. Até a Jabulani, usada no Mundial sul-africano, oito bolas foram batizadas:

1970 (México) e 1974 (Alemanha): Telstar.

1978 (Argentina): Tango.

1982 (Espanha): Tango España.

1986 (México): Azteca.

1990 (Itália): Etrusco Unico.

1994 (Estados Unidos): Questra.

1998 (França): Tricolore.

2002 (Japão e Coreia do Sul): Fevernova.

2006 (Alemanha): Teamgeist.

2010 (África do Sul): Jabulani.


Fonte: Portal 2014 Org em 28/10/2011



 

 

Quem aprendeu de verdade não esquece jamais

Autor: José Renato - 30/10/2011   Comentários Nenhum comentário

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Não é um pedido de desculpas mesmo porque segui o caminho lógico da própria crítica internacional.

Mesmo não sendo um “Maria-vai-com-as outras”. 

O certo é que Cuba não levou sua força total aos Jogos Pan-Americanos e por medida de contenção de despesas até o número de competidores foi menor que aquele que veio ao Rio em 2007.

Com muitas vitórias pelo caminho o Brasil prometia chegar em segundo lugar, somente atrás dos Estados Unidos.

Mas, Cuba mostrou que o que se aprende com afinco e na época exata não é para ser esquecido de uma etapa para outra.

Não importa aqui comentar o fato de o investimento do esporte em Cuba ter finalidade política em primeiro lugar.

Esse investimento, lembremos, começou desde que Fidel Castro subiu ao trono em 1959.

Apoio constante ao esporte não iria quebrar o ritmo de produção dos atletas cubanos no início de um período de vacas magras.

Em sua arrancada nos dias finais da competição e notadamente nos esportes marciais a ilha de Fidel continua dando as cartas.

Pelo menos em relação ao Brasil que deixou de ganhar ouro em algumas modalidades onde tal não poderia acontecer.

Futebol como exemplo principal.

Ao Brasil restou o consolo de ultrapassar os argentinos em ouros nos totais de Pans já realizados.     

Se é que esse fato serve mesmo de lenitivo.

 

Por Flávio Araújo



 

 

Inimigo público número 1

Autor: Adriano Fernandes - 30/10/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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Parece que a indecisão de Carlos Tevez em permanecer ou não em Manchester levou os torcedores ingleses ao limite da paciência. Antes do clássico de domingo entre os dois rivais Manchester City e Manchester United (vencido pelo City por 6 a 1), uma campanha fazia sucesso do lado de fora do Old Trafford, local da partida.

Iniciada nas redes sociais e oficializada pela direção das duas equipes, a campanha “Trash your Tevez shirt” (Jogue fora sua camisa do Tevez) pedia que torcedores jogassem fora suas camisas do City e do United com o nome do argentino, em troca de uma camisa nova. Caminhões de lixo especialmente pintados nas cores dos dois clubes recolhiam as camisas que os torcedores descartavam. A iniciativa prevê que as camisas “jogadas fora” sejam doadas a instituições de caridade da Argentina.

Ainda não se sabe qual será o destino de Tevez. O argentino que já jogou por Boca Juniors, Corinthians e também pelo West Ham-ING, tem treinado em separado desde que teria se recusado e entrar em campo na partida contra o Bayern Munique em duelo válido pela liga dos campeões há cerca de um mês. Se a situação de “Carlitos” já andava feia, agora é pior ainda. As chances dele continuar no Manchester City são quase inexistentes. Especula-se que grandes equipes de fora da Inglaterra como Internazionale, Real Madrid e Juventus queiram o argentino. Até mesmo na Inglaterra o Tottenham já manifestou o desejo de contar com seu futebol.

Pelo menos até o fim do ano, quando abrir a próxima janela de transferências, a situação deve permanecer inalterada. Aqui na América, Boca Juniors e Corinthians esfregam as mãos e aguardam ansiosos pra ter o futebol desse grande atacante.

Por: Caio Calazans em 24/10/2011

Fonte:Caixa Preta FC



 

 

O sucesso da Barcelusa

Autor: Adriano Fernandes - 29/10/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

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A Portuguesa passa por um período de rara felicidade. Às vésperas de voltar à elite do futebol nacional, a “Barcelusa” tem seu nome de volta às pautas dos programas esportivos e, melhor ainda, em toda conversa de boteco que se preze. Até pouco tempo, só se falava em Portuguesa para referenciar alguma coisa ruim.

Motivos para isso não faltavam: campanhas vergonhosas, rebaixamentos, episódios lamentáveis nos balneários lusos, ações judiciais, penhora de bens, perda de jogadores. Eram estas as situações em que a Lusa, quase falida, era falada. Até as bombas das piscinas chegaram a ser penhoradas.

Mas afinal de contas o quê mudou? A resposta é simples: mudou a mentalidade dos dirigentes, que deixaram a vaidade de lado pelo bem do clube. O primeiro passo foi a recuperação da imagem da própria Portuguesa, que conseguiu renegociar uma parcela significativa das dívidas praticamente impagáveis que a Lusa tinha.

O passo seguinte foi recorrer à comunidade portuguesa, formada por gente de grandes empresas e poder aquisitivo considerável. Estes já estavam dentro do clube, mas as rusgas que tomavam conta dos quiosques lusos impediam qualquer tipo de entendimento. Assim, tornou-se possível diminuir os prejuízos de um departamento de futebol absolutamente deficitário, que chegou a ser terceirizado, mas que, evidentemente, não deu certo. Não era expropriando a mais valia do futebol da lusa que iria se resolver a questão.

Mesmo passando apenas um ano na Primeira Divisão, depois de passar cinco anos tentando subir, os empresários ligados à colônia, capitaneados pelo vice de futebol Luis Iaúca, não abandonaram a nau lusitana, mas algo ainda estava errado: de nada adiantava ter o dinheiro e os patrocinadores se o comando do departamento não estava nas mãos de quem conhecia. Iaúca sempre foi um apaixonado pelas cores lusas, mas sempre trocou os pés pelas mãos. Quando foi contratado um profissional para a função de gerente, o ex-meia Caio, titular do time vice-campeão brasileiro de 96, que, além de competência, conhece a Lusa.

Mas faltava ainda um treinador com identificação, comprometido o suficiente para não abandonar o barco e, além de competência, conhecedor dos mais profundos meandros lusitanos. Este homem atende pela alcunha de Jorginho. Jorginho incutiu na cabeça dos jogadores lusitanos que a Lusa é grande, e o quanto é importante vencer envergando a sua camisola.

E ninguém melhor que ele para implantar esta mentalidade na Portuguesa. O Cantinflas do Canindé foi um excelente meia-atacante nos anos 1980/90 e nasceu para o futebol na própria Lusa. Conhece o clube desde as bancadas à sala da direção. Sabe a hora de tirar o pé ou bater na mesa, o que falar e, principalmente, a quem falar. E isso, em um clube difícil de trabalhar, como a Portuguesa, faz toda a diferença. Seus times têm vocação para o ataque. É mentalidade de time grande: comprometimento, humildade e respeito. Respeito ao adversário. Respeito à própria história da Lusa.

Que este seja apenas o primeiro de muitos anos de conquistas, e que as palavras do hino, composto pelo Roberto Leal não sejam em vão, pois na tua glória está toda a certeza que tu és grande, e que seu lugar é na Primeira Divisão, ó Portuguesa.

Por Marcos Teixeira* para  Site Caixa Preta FC em 22/10/2011

*Marcos Teixeira é estudante de Jornalismo e editor do blog Bola de Bigode, além das colunas À Beira do Cais (Lusa News), Geral da Lusa (Os Geraldinos),Taberna da Lusa (Blog das Torcidas) e colaborador do blog Copeiros.



 

 

É muita roupa suja para se lavar em casa

Autor: José Renato - 28/10/2011   Comentários Nenhum comentário

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O rol de roupa suja é muito volumoso para que possa ser lavado nas lavanderias internas da Colina Ensolarada de Zurique, a sede da FIFA.

Buscar a vitória total nesse emaranhado, nessa nova Líbia de traições e conchavos e ainda escapar ileso e vitorioso será a maior batalha brasileira.

Na divisão geográfica do país continental os amigos dos amigos já estão recebendo o seu quinhão.

Não sei se os que formaram no bloco contrário se conformam ou ficarão na espera da oportunidade para o contragolpe.

Num país do tamanho de um Brasil uma Copa do Mundo de futebol trás uma visão superior a tudo que se possa comparar em competições anteriores.

 

Por Flávio Araújo



 

 

Porque o Leão rugiu mais alto no Morumbi

Autor: Adriano Fernandes - 28/10/2011 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários 1 comentários

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Há que se respeitar um homem que já foi campeão brasileiro seis vezes. Émerson Leão levantou as taças vestindo a camisa de goleiro do Palmeiras (1969-72-73) e  do Grêmio (81). Em 1987, encerrou a carreira de jogador e iniciou a de técnico, assumindo o Sport Recife na campanha vitóriosa da Copa União (a eterna polêmica Flamengo ou Sport). Leão ainda conquistou o Brasileirão de 2002, comandando o lendário Santos de Diego, Robinho, Renatinho e Paulo Almeida, os novos garotos da vila que fizeram renascer o Santos no cenário nacional.

Experiência portanto, o treinador nascido em Ribeirão Preto tem de sobra. Leão tem a bagagem de um tricampeão mundial. Profissional com uma história irrefutável dentro de campo. Também tem a fama de preferir trabalhar com revelações, como foi em 2002.

A fama de disciplinador atraiu os dirigentes sãopaulinos, a visão de muitos e de parte da torcida é de que alguns jogadores não estão rendendo o esperado. Numa reta final de Campeonato Brasileiro, Leão pode ser a injeção de ânimo ideal. O componente que faltava para o São Paulo decolar rumo ao sétimo título.

Mas nem só de flores foram os dias de Émerson Leão. Seus últimos trabalhos não tiveram muito sucesso. Seu último título no comando de um time havia sido com o mesmo tricolor, o Campeonato Paulista de 2005. Depois que deixou o São Paulo, passou por nove equipes, sem resultados retumbantes.

A personalidade forte, a coragem de dizer o que pensa e de não aceitar interferências em seu trabalho, muitas vezes jogaram contra o treinador. Leão é visto por muitos como técnico com curto “prazo de validade”. O que Juvenal Juvêncio pretende com essa contratação, é difícil prever. Um revés na Sulamericana combinado a resultado ruim no Brasileiro, podem fazer Leão dançar que nem gatinho no fim do ano.

De certo mesmo é a inteligência financeira do São Paulo. Nos bastidores, circula a informação de que o salário de Leão é bem menor do que os de Felipão, Tite e Muricy. No fim de 2011, a diretoria do São Paulo pode ser coroada como estrategista ou abalroada por críticas pelo planejamento falho. Tudo dependerá no fim das contas (e apenas) do resultado prático dentro de campo. Como diz a frase clássica do futebol: o técnico quando não é bestial, é uma besta.

Por: Caio Calazans em 26/10/2011

Fonte: Caixa Preta FC



 

 

Estatuto de um grupo que já tentou perpetuar a memória, mas....

Autor: José Renato - 28/10/2011   Comentários 1 comentários

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Primeiro foi apenas um grupo de amigos.

Depois criou força e abriu espaços.

Até que... alguém se sentiu dono demais do grupo e começou a virar a cara para outras pessoas, o que acontece até hoje.

Os anos não serviram para sabedoria e sim para fortalecer birras pessoais e pretensa segurança daqueles que até quando enganados, se calam.

Agora, três ou quatro adestradas pessoas definem o que fazer e o que não fazer e para isso contam com o silêncio.

E já foram usados de vários artifícios... desde ameaças de processo até mesmo por censura a blogs privados.

Tudo feito na surtina a 4 ou 8 mãos... e submetido para aprovação por poucas pessoas presentes em um espaço de tempo não superior a 15 minutos.

Mensagens nunca respondidas de forma direta a não ser através de um clã quase familiar...

E o pior usam o espaço público para isso e de forma gratuita... UMA VERGONHA

 

Eis as diretrizes que serão aprovadas amanhã, com claros exemplos de autoritarismo, que repito seriam legítimas, se fosse um grupo privado que usasse espaço privado ou eventualmente público, desde que devidamente pago.

 

Não, infelizmente isto não acontece. Quem se cala é conivente.

 

Como cidadão, devemos usar todos os artifícios para que TODOS os munícipes tenham ao menos a possibilidade de participar, sem que haja censura prévia de 3 ou 4 gatos pingados que se escondem na penumbra, no mal humor, na tremedeira, no mal estar e até mesma na imagem de bom moço.

 

 

 

Quem lança livro é não é amigo da coordenação não tem seu livro difundido. Exemplo:... Os distintivos de futebol mais curiosos do mundo.

 

A coordenação fica com os livros que são doados pelos autores. Exemplo:... Rio Cricket e Associação Atlética: mais de um século de paixão pelo esporte.

 

No passado foi feita cópia de publicações para os participantes. Exemplo:...livro relacionado a Paulo Machado de Carvalho.

 

A mesma coisa vale para DVDs que são entregues e copiados entre os integrantes. Exemplo:... DVD sobre Copa do Mundo de 1958.

 

A entrada de qualquer pessoa está vinculado a aprovação da Coordenação, isto é quem não for amigo da Coordenação (3 ou 4 gatos pingados) não entra. Exemplo:...Fácil Fácil saber quem são...

A coordenação analisa quem pode se candidatar a ser futuro coordenador, claro caso de legislar em causa própria. Exemplo:...Quem definiu quem poderia participar das eleições foram pessoas da chapa da situação.

 

 

 

 

 

 

DA NATUREZA DO GRUPO

O PAGODÃO é um grupo sem constituição jurídica formal, criado em 31 de março de 2007, com a seguinte Missão, Visão e Valores.

 

MISSÃO

Promover a difusão da literatura e de outras formas de expressão cultural e artística do futebol e apoiar a preservação da memória do pagode.

 

VISÃO

Ser uma referência na pesquisa, no estudo e no debate do tema futebol em todas as suas vertentes culturais e artísticas e na preservação da memória do futebol em todas as suas manifestações.

Tornar-se um centro de referência para historiadores, pesquisadores e editores.

 

VALORES

a) APARTIDÁRIO – O Grupo se manterá distante do envolvimento, da discussão e do posicionamento partidário, visando ao estudo e ao resgate da literatura e da história do futebol.

 

b) SEM FINS COMERCIAIS - O Grupo não possuirá quaisquer fins comerciais, salvo aqueles inerentes à própria subsistência. As receitas eventualmente obtidas deverão ser obrigatoriamente revertidas na estruturação do Grupo e de suas reuniões e no patrocínio de pesquisas ou publicações que visem a atender aos objetivos do Grupo.

 

c) ÉTICA E DIREITO – O Grupo é extremamente rigoroso no respeito aos direitos autorais das fontes de pesquisa e publicará sempre que identificáveis as respectivas fontes.

 

DO INGRESSO DE PARTICIPANTES NO GRUPO

O PAGODÃO é constituído por um número ilimitado de associados, nas seguintes categorias:

- Efetivo, é o associado que freqüentou uma das últimas oito reuniões do Grupo (oito é o número de reuniões ordinárias do grupo que têm ocorrido no período de um ano), ou que participou de uma das reuniões ordinárias do grupo nos doze meses anteriores;

- Seguidor é o associado que, por alguma razão, somente participa ou pode participar de listas de discussão que o Grupo mantiver.

O ingresso de novos participantes Efetivos deverá ocorrer por indicação de um dos membros do grupo, com posterior aprovação da Coordenação.

Quando um candidato quiser aderir ao grupo sem indicação prévia de um membro, a Coordenação deverá analisar a solicitação, para posterior aprovação do ingresso.

 

DA COORDENAÇÃO DO GRUPO

A Coordenação do Grupo será constituída pelo Coordenador, pelo 1º Vice-Coordenador e pelo 2º Vice-Coordenador.

 

O Coordenador terá as seguintes atribuições: (a) representar o grupo ou indicar membros do grupo para representá-lo em eventos, palestras, e simpósios relacionados ao futebol; (b) definir as pautas das reuniões em conjunto com os Vice-Coordenadores; (c) aprovar a entrada de novos membros no grupo em conjunto com os Vice-Coordenadores; (d) criar comissões para atividades especificas, que entender necessárias ao funcionamento do grupo, que terão a duração igual ao mandado da Coordenação; (e) manter o cadastro dos associados do Grupo atualizado; (f) indicar o valor da contribuição para custeio, com aprovação do grupo na 1ª reunião do ano e aprovar as respectivas despesas; (g) elaborar um calendário anual de reuniões do grupo e divulgar este calendário aos membros do grupo; (h) Prestar contas das despesas e receitas, bem como do saldo do grupo, após cada reunião realizada.

 

Compete ao Primeiro Vice-Coordenador: (a) Substituir o Coordenador em suas faltas ou impedimentos; (b) Assumir o mandato do Coordenador, em caso de vacância, até o seu término, (c) Secretariar as reuniões da Coordenação e as reuniões dos associados e redigir as respectivas atas, quando aplicável.

Compete ao Segundo Vice-Coordenador: (a) Substituir o Primeiro Vice-Coordenador em suas faltas ou impedimentos; (b) Arrecadar e contabilizar contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos.

 

DA ELEIÇÃO

 

A eleição do Coordenador será realizada com voto aberto na reunião do primeiro sábado de agosto de cada ano, podendo ser também no sábado da semana anterior ou posterior (tolerância de uma semana para mais ou para menos), caso no primeiro sábado de agosto a reunião não seja possível, e o vencedor assumirá o cargo no dia seguinte.

 

Os candidatos a Coordenador deverão formalizar ao Grupo suas candidaturas com suas chapas, indicando os nomes dos candidatos a Primeiro Vice-Coordenador e Segundo Vice-Coordenador, com uma antecedência mínima de 15 dias da eleição.

 

Caso haja a inscrição de apenas uma chapa, a mesma será eleita desde que obtenha maioria simples (50% + 1) dos votos dos associados fundadores e efetivos presentes à reunião destinada a este fim.

 

Se houver a inscrição de duas chapas, será eleita a que obtiver maioria simples dos votos dos associados fundadores e efetivos presentes à reunião destinada a este fim. Se houver a inscrição de mais de duas chapas, serão efetuadas sucessivas votações, sendo eliminada a cada rodada a chapa menos votada, até que restem duas chapas, quando se aplica o disposto nos dois parágrafos anteriores. Em caso de empate, assumirá o candidato com maior idade.

O Coordenador permanecerá no cargo por um ano, não sendo permitida a reeleição para o cargo de Coordenador.

 

São elegíveis como coordenadores apenas membros efetivos com no mínimo 1 (um) ano de participação no grupo, estando aptos a votar todos os membros efetivos presentes à reunião em que ocorrerá a eleição com no mínimo 6 (seis) meses de participação no grupo. Vale ressaltar que a participação apenas na reunião no dia da eleição não torna o membro efetivo, e portanto com direito a voto.

 

DO DESLIGAMENTO DE PARTICIPANTES DO GRUPO

Será considerado desligado do PAGODÃO, o que somente poderá ser feito pelo Coordenador, o membro que: (a) o fizer de forma voluntária, por se declarar impossibilitado de participar do grupo por quaisquer motivos; (b) não respeitar os princípios do grupo; (c) apresentar conduta prejudicial à missão e objetivos do grupo; (d) divulgar sem prévia autorização ou utilizar de forma inescrupulosa ou arbitrária informações, comentários ou opiniões emitidas nas reuniões do grupo.

Nos casos de desligamento descritos nos itens (c) e (d), a decisão será tomada por maioria simples (50% + 1) dos presentes à reunião em que o desligamento for proposto.

 

 

DAS REUNIÕES DO GRUPO

As pautas das reuniões do PAGODÃO serão definidas pela Coordenação, privilegiando temas de interesse da maioria dos membros do grupo, desde que digam respeito à memória do futebol e à missão do grupo e que possam ser apresentados em prazo hábil e razoável, além de possibilitarem a interação e o debate entre os presentes.

 

DA TRANSMISSÃO OU VEICULAÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES

O meio de comunicação do Grupo será eletrônico (e-mail) e também poderá ser criado um website especialmente para este fim. O Administrador destes meios será obrigatoriamente o Coordenador ou, na impossibilidade, um dos Vices-Coordenadores;

Dados pessoais e cadastrais de quaisquer membros do grupo, assim como informações apresentadas nas reuniões, poderão ser transmitidos ou veiculados a pessoas que não sejam membros do PAGODÃO somente com prévia autorização do envolvido.

 

DE ALTERAÇÕES DO ESTATUTO E DISPOSIÇÕES GERAIS

Quaisquer alterações, inclusões ou exclusões deste estatuto deverão ser sugeridas por e-mail e votadas e discutidas nas reuniões do grupo com pauta prévia e somente serão implementadas com aprovação por maioria simples (50% + 1) dos presentes.

Os casos omissos serão decididos pela Coordenação e se necessário referendados pela maioria simples dos associados Efetivos.

 

O presente Estatuto foi aprovado na reunião de

 

 

 

ESTATUTO DO GRUPO PAGODÃO



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