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Pinheiro, a raça tricolor

Autor: Adriano Fernandes - 30/08/2012 Categoria: Adriano Fernandes   Comentários Nenhum comentário

João Carlos Batista Pinheiro - Sou mais Flu

Pinheiro era um zagueiro de estilo rebatedor, muito forte fisicamente e ótimo cabeceador que foi senhor absoluto da área do Fluminense em 571 partidas, de 1949 e 1962, quando transferiu-se para o Bonsucesso. Não era um primor tecnicamente, mas jogava com muita disposição e encantava a torcida pela vontade que demonstrava jogo-a-jogo.

Pinheiro estreou no time profissional do Fluminense em 1949, quando o técnico Oto Vieira o escalou para marcar o craque Heleno de Freitas, que então defendia o Vasco. Pinheiro superou o nervosismo inicial e deu conta do recado. Ele começou a se destacar em 1951, quando o Flu conquistou o título do Campeonato Carioca.

Na época, o técnico Zezé Moreira escalou Pinheiro de líbero, função que ele desempenhou com perfeição. Também tinha a responsabilidade de cobrar pênaltis. Seu método era infalível. Ele explica: "Eu escolhia um canto e mandava a bomba, quase sempre de bico para não dar tempo de o goleiro se mexer."

Em 1952, integrou a Seleção Brasileira que ganhou o título do Campeonato Pan-Americano, no Chile. Também disputou a Copa do Mundo de 1954, na Suíça. Fez 17 jogos e um gol com a camisa verde e amarela. Pelo Fluminense, também ganhou o título carioca de 1959 e os Torneios Rio-São Paulo de 1957 e 1960.

Ao todo, marcou 49 gols pelo Flu. Em 1964, encerrou a carreira pelo Bahia e passou a trabalhar como técnico em muitos clubes do Rio de Janeiro e obteve a façanha de levar o América-RJ ao terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de 1986.

Fonte da Imagem: Sou Mais Flu

Fonte: UOL Esportes


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