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Fórum

Espaço dedicado a publicação de artigos opinativos sobre a relevância das atividades relacionadas com a disseminação dos fatos históricos que serviram de base para o crescimento do futebol.

Objetiva-se buscar interações com os leitores e fortalecer a discussão e apresentação de opiniões, de uma forma respeitosa e com total transparência.


Los Angeles, 1984... os meus Jogos Olímpicos.

Autor: José Renato - 01 de Setembro de 2014   Comentários Nenhum comentário

Sempre relatei que a "minha Copa do Mundo", aquela que mais acompanhei, foi a de 1982. Assisti a todos os jogos. E ainda lembro, de cabeça, os resultados de todos eles. Até mesmo daquela nossa vitória frente a seleção italiana rs... Acabo de ver uma propaganda sobre as Olimpíadas de 2016. O mote é a procura de voluntários. Pude ver imagens muito legais. Me fez lembrar algumas cenas olímpicas. A grande maioria de uma edição em especial, a de Los Angeles em 1984. Tinha 13 anos, e trazia a lembrança do urso Misha, chorando, em Moscou, 1980. Em 1984, acompanhei tudo. Foram muitos jogos de vôlei. A equipe feminina, de Isabel, Vera Mossa e Jaqueline, que quase eliminou as norte-americanas, após uma épica partida que acabou perdendo por 3 a 2, de virada. O time masculino que se recuperou de uma surpreendente derrota para os sul-coreanos, ao passar por cima dos norte-americanos, ainda na primeira fase, por 3 a 0, com direito a um 15 a 2. Não me lembro da final rs... Já o basquete, foi bem mal. Não passamos sequer pela primeira fase. A natação com a Prata de Ricardo Prado, derrotado por ser menor, em altura, que o canadense Alex Baumann na mais difícil prova aquática, os 400 metros medley. O atletismo com Joaquim Cruz que atropelou os adversários, sobretudo a lenda Sebastian Coe, na prova dos 800 metros. O futebol, representado pelo Internacional, que conquistou sua primeira medalha olímpica após partidas épicas. Como esquecer o exemplo de superação da suíça Gabriela Andersen-Scheiss na primeira edição da prova de maratona feminina em uma Olimpíadas? E ainda teve Carl Lewis com as 4 medalhas de ouro em busca de alcança o feito de Jesse Owens. Muita história dentre muitas outras em uma só Olimpíadas. E já faz 30 anos.

O Verde tem 100 anos

Autor: José Renato - 26 de Agosto de 2014   Comentários 1 comentários

O time a ser batido...

Era assim que eu enxergava o Palmeiras na minha infância.

O time que sempre ganhava.

Ano sim, outro também, só dava Verdão.

Foi lá que vi aquele que considero, até hoje, sinônimo de goleiro, Leão. 

E de outro que foi sinônimo de Palestra, Oberdan, a quem tive a honra de conhecer, pouco menos de dois anos atrás.

Do magistral Mestre Telê Santana, que montou o melhor do seu futebol, em um tempo, paradoxalmente, sem conquistas.

Apenas algumas lembranças infantis de um pequeno pedaço da história do, hoje, Centenário Alviverde.

Naqueles tempos, o maior campeão paulista.

Também o maior campeão brasileiro.

Tìtulo era conquistado no campo.

E com sobras...

Torcida que cantava e vibrava.

Outros tempos.

Infelizmente muito diferente dos atuais.

O Palmeiras da última década é assíduo frequentador da parte debaixo da tabela.

Algo inimaginável para mim, nos meus tempos de criança.

O maior alviverde brasileiro, e quem sabe do mundo, infelizmente é um rascunho daquele que sempre temi, enquanto torcedor tricolor.

No atual, os mais importante títulos vêm do passado, e não são conquistados em campo, e sim através de malfadados dossies, verdadeiros crimes a história desta referência do futebol brasileiro.

Muitos de seus atuais historiadores, dirigentes e até jogadores também são rascunhos.

Assim como muitos de outras equipes, se rebaixam ao uso de provocações homofobicas e xingamentos desprezíveis contra os, antigos rivais, e agora inimigos.

Coisas do nosso futebol.

Mas o Palmeiras é mais que isso.

Seus seguidores devem isso as cores do Palestra.

Na verdade acabam por ofendem a própria história do time da Arrancada Heroica.

Daqueles palestrinos que fizeram Palmeiras entrando em campo carregando a bandeira brasileira.

Uma clara e certeira tentativa de cativar o público em meio da Guerra.

Isto só o Palmeiras tem em sua história.

Como rival, me entristece saber que vence-los deixou de ser motivo de orgulho.

O Palmeiras merece mais, muito mais, apenas por uma única razão...

Ele é maior que tudo isso.

Seus 100 anos falam por si.

É muito mais que história, é um exemplo de vida.

De quem sabe mostrar que, de fato, é campeão!

E por isso, enquanto houver o verde nos gramados...

Haverá Palmeiras.

Faz 1 mês dos 1x7 e nada mudou, e nem mudará...

Autor: José Renato - 10 de Agosto de 2014   Comentários Nenhum comentário

Já se passou 1 mês... Nada mudou em nosso futebol. Infelizmente, tudo dentro do esperado. Cabe um paralelo, por mais que um envolva mortes e o outro seja apenas futebol. Lembro alguns anos atrás quando houve um acidente em um evento de acrobacias aéreas na Alemanha. A decisão foi pela proibição sumária de eventos desta natureza no país. Um exagero? Seria cabível tomar uma atitude tão drástica diante de uma tragédia pontual? Segundo autoridades germânicas, a sequência decisória era exatamente oposta. Por conta da tragédia, caberia uma atitude drástica. Voltando ao assunto, apenas futebol. Caberiam atitudes drásticas da CBF. Mas não só dela. Do Poder Público. Dos Clubes. Enfim, e principalmente, de todos os profissionais que trabalham com o futebol. Colocar na conta da CBF tudo isso é puro oportunismo. Mesmo porque isso seria admitir que o erro se concentra apenas lá, o que não é verdade. Como se o “resto”, a maior parte, estivesse perfeitamente em ordem. Se devemos passar o futebol a limpo de verdade, que todos os personagem façam por onde. Seria pedir demais que... • Todos os clubes divulguem todos os seus contratos mantidos com jornalistas esportivos. • Todos os jornalistas divulguem seus votos nas próximas eleições, caso resolvam apenas elogiar certo candidato e/ou apenas criticar outros. • Todos os jornalistas investiguem de forma igualitária todos os lados envolvidos na política de um clube? Confesso que, certamente, não seria pedir quase nada. Seria apenas obrigação. Por ter aprendido a ler através de uma revista de futebol, ainda nos anos de 1970, posso afirmar que sempre achei que poderia ter “meus heróis” neste meio. Pessoas que realmente estivessem preocupados com o bem do futebol. A verdade é que está tudo dominado. Um gigantesco jogo de interesses onde não há inocentes. E a reconstrução, tão necessário, não será feita com estes personagens que aí estão. A esperança, no entanto, é que as poucas vozes idôneas se mantenham. Uma minoria que fará diferença. Mas, infelizmente, sem força para contaminar, positivamente, este meio. Ao que parece o 1x7 é o começo de algo ainda pior.

E se Felipão levar o Grêmio ao título do brasileiro?

Autor: José Renato - 30 de Julho de 2014   Comentários Nenhum comentário

Antes de qualquer coisa, afirmo: O Imortal Tricolor não conquistará o título brasileiro.

Interessante, no entanto, será acompanhar o comportamento dos jornalistas esportivos.

Aliás, já está sendo.

Quase que a maioria destaca o retrocesso do Grêmio.

Certamente eles ainda estão com a imagem do papelão brasileiro na Copa.

Já os seis assessores de imprensa de Luiz Felipe (jornalistas que receberam tratamento diferenciado durante a Copa) apenas relatam a contratação do gaúcho.

Tudo dentro do roteiro esperado.

Quanto ao comportamento de Felipão... mais um gigantesco erro de alguém que conseguiu em poucos meses colocar toda sua história de técnico vitorioso nas páginas mais negras do futebol brasileiro.

Ao aceitar voltar ao futebol, menos de um mês do vexame, ele manda uma clara mensagem, quase que um "Não há nada a ser repensado nos meus métodos."

Não precisava ser assim.

Um sujeito que, ao que parece, não o conheço, é um "boa praça", amigo dos amigos e pelo que dizem, e ao que tudo indica, é um cara honesto.

Poderia ter um pouco mais de bom senso.

Deveria ter...

Dramaticamente repete o erro que tantos outros jogadores do passado cometeram, não saber parar.

E se há sempre alguém disposto a pagar por seus serviços, que ao menos, ele, próprio, se protegesse.

Um tempo sem fazer nada era algo mandatória.

Se reciclar.

Se atualizar.

Mas se agisse desta forma, não seria Felipão.

Poderia fazer isso por todos nós que amamos futebol.

Ver Felipão de volta aos campos tão cedo, é ficar remoendo os 1x7.

Proporia que a CBF dobrasse seus vencimentos para que ele ficasse em casa.

Tirar férias de Felipão seria importante para o futebol brasileiro.

Mas voltando a pergunta que é o título do texto: E se Felipão levar o Grêmio ao título do brasileiro?

NÃO TEM PERIGO

Aqueles que mais gritam por mudança são os menos interessados por ela.

Autor: José Renato - 13 de Julho de 2014   Comentários Nenhum comentário

Caminhos precisam ser revistos.

Propostas não faltam e não faltarão.

Alguns sugerem seguir o modelo alemão, outro o holandês.

Países com culturas e condições distintas.

Certamente, algo precisa ser feito para melhorar o futebol brasileiro.

Ouvi de alguém que cabe fazer um congresso.

Outro falou em fortalecer cursos acadêmicos.

Legal.

Que venham estes novos ares.

Mas...

Já há congressos promovidos no país que discutem o futebol brasileiro.

O Soccerex é um deles (apenas um exemplo). 

Há muito outros.

Sempre os mesmos profissionais são convidados.

E bem remunerados, aliás, muito bem.

Também há cursos de gestão esportiva e/ou de futebol em várias faculdades.

E juntamente com eles, um gueto de profissionais, de todos os ramos, que se apoderam da organização dos mesmos.

Técnicos, Jornalistas, Professores e outros tantos profissionais da área esportiva.

Sempre os mesmos nomes.

Não há qualquer abertura para novos profissionais.

Felizmente deve haver alguma exceção.

Não conheço, mas deve existir.

Também há centenas de livros sobre o tema.

Muitos subsidiados por recursos públicos.

Em sua maioria assinados pelos mesmos profissionais, sobretudo, jornalistas.

Boa parte dele, apenas assinados.

Afinal, os livros precisam ser escritos por "pessoas famosas".

Há certo jornalista que assinou quase uma dezena de livros sobre futebol apenas no ano passado.

Algo impossível.

Felizmente deve haver alguma exceção.

Conheço poucas.

Preferi partir para a produção dos meus livros de forma independente.

Mas quantos podem fazer o mesmo?

Também há outras iniciativas culturais relacionadas a futebol.

A grande maioria também controlada por pequenos grupos formados pelos mesmos profissionais de sempre.

Em várias cidades do país.

Muitas delas controladas por pessoas que sequer sabem a diferença entre escanteio e impedimento.

O Museu do Futebol é um exemplo.

Péssimo.

Atrás daquele lugar muito legal, o que se vê é algo que supera os limites da moralidade.

Parte do meu acervo foi disponibilizada para esta entidade.

E vi muitos absurdos e coisas irregulares.

Já usei este meu espaço para compartilhar muitas questões imorais envolvendo esta instituição.

Todas devidamente embasadas.

Formalizei junto aos órgãos competentes.

Também procurei todos os órgãos do Governo do Estado.

Até mesmo o Governador.

Aos vários órgãos de imprensa do país.

Para muitos jornalistas e seus blogs.

Nada foi feito.

Nada será feito.

Tudo continuará como antes.

Congressos, Cursos, Museus...

Afinal, o mesmo discurso de mudança que hoje se ouve não é interessante para quaisquer daqueles envolvidos.

Técnicos, Jornalistas, Professores e outros tantos Profissionais da área esportiva.

O caminho ainda é muito escuro.

E a luz ao final dele é ainda maior que o Expresso Alemão 7X1.

Infelizmente.

Após o papelão, que venham as mudanças...mas é para mudar tudo mesmo?

Autor: José Renato - 11 de Julho de 2014   Comentários Nenhum comentário

O que mais ainda não foi falado?

Creio que quase nada.

Ainda assim algo sempre pode ser levantado.

Afinal a surra foi tão grande que não há como deixar de falar no tema.

Uma vergonha eterna.

Uma marca negativa para sempre.

Culpa exclusiva da Comissão Técnica.

Tentar dividir isso com a CBF é puro oportunismo.

A CBF comanda o futebol brasileiro desde sempre.

Desmandos e suspeitas de corrupção sempre existiram.

Mas jamais houve um papelão deste tamanho em campo.

O 1x7 é culpa exclusiva da Comissão Técnica.

Felipão e seu grupo fizeram tudo o que quiseram.

O futebol brasileiro precisa de mudanças.

A CBF precisa mudar.

Mas... a culpa do 1x7 é exclusiva da Comissão Técnica.

Aliás, para muitos, tudo precisa mudar.

Concordo.

Todos os atores envolvidos no mundo do futebol precisam mudar.

Dirigentes.

Empresários.

Técnicos.

Preparadores.

Jogadores.

E... os jornalistas.

O papel exercido pela imprensa não foi determinante para a eliminação brasileira.

Mas foi vexatória.

O episódio dos 6 "assessores de imprensa" que foram convocados por Felipão para uma exclusiva foi emblemática.

O comportamento deles após a derrota foi vergonhoso.

Críticas genéricas e distribuídas em vários rumos que certamente só serviram para poupar Felipão.

Um deles chegou a dar ZERO para todos.

Colocar todos no mesmo patamar é dar a mesma relevância a todos, o que não é fato.

E ainda quis levantar o importante papel da presidente do país em mudar o futebol, em claro viés político sinalizado ainda em outra "Exclusiva" da qual também participou.

Como se o fato por ele levantado sobre a "Elite Branca" já não tivesse sido o suficiente para explicitar seu voto em outubro.

Está no seu direito.

Melhor assim, do que fazer de forma implícita.

Quem sabe o patrulhamento não acabe... um dia.

Creio que não.

Outro deles afirmou que tinha até gostado do esquema tático proposto pelo técnico para enfrentar os alemães.

Entre uma gaguejada e outra, comprou e revendeu o papinho de apagão.

Estatisticamente...

Já o comportamento dos jornalistas durante a coletiva no dia seguinte ao vexame.... foi uma vergonha maior ainda.

Um grupo de cordeiros temerosos de levar um esporro do xerife Scolari.

Pior que isso apenas aqueles que possuem contratos com equipes, e até mesmo, com jogadores de futebol.

Não precisa procurar muito para comprovar isso.

Vejamos alguns nomes que assinam produtos de grandes clubes do futebol brasileiro.

Ou até de parentes que prestam serviços para grandes empresas, anteriormente, criticadas pelo pai famoso, após, obviamente, a devida contrapartida.

Felizmente, o meio como um todo não é assim.

Ainda há nomes sérios no jornalismo esportivo, hoje, infelizmente, a minoria.

Concordando, ou não, de suas opiniões, merecem respeito.

Afinal cumprem seu papel.

No campo profissional, são jornalistas e não amigos.

No campo pessoal, são amigos e não jornalistas.

E assim é que deve ser.

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