• Twitter
  • Facebook

Fórum

Espaço dedicado a publicação de artigos opinativos sobre a relevância das atividades relacionadas com a disseminação dos fatos históricos que serviram de base para o crescimento do futebol.

Objetiva-se buscar interações com os leitores e fortalecer a discussão e apresentação de opiniões, de uma forma respeitosa e com total transparência.


Um gigante que cai...o Ferroviário acaba de ser rebaixado

Autor: José Renato - 23 de Fevereiro de 2014   Comentários Nenhum comentário

 

Fundado em 9 de maio de 1933, a equipe cearense do Ferroviário Atlético Clube nasceu alvinegra.

A iniciativa de criação do Ferrim partiu do Sr. Waldemar Cabral Caracas que propôs o desenvolvimento de atividades esportivas que pudessem promover a distração e a integração dos operários da linha ferroviária do estado do Ceará, que trabalhavam no setor da manutenção de trens, e que possuíam horas vagas entre um reparo e outro.

Pois bem, tive a felicidade de conhecer o Sr. Waldemar Caracas, centenário fundador, nascido em 9 de novembro de 1907.

Ele era vizinho do meu avô, Osvaldo.

Ao longo de muitas de nossas conversas, ele comentou comigo sobre a razão das cores e distintivo do Ferroviário.

Durante a década de 1940, Caracas veio para São Paulo a trabalho.

Em um dia de folga, foi ao estádio do Pacaembu assistir o Diamante Negro, Leonidas.

Se apaixonou pelo Tricolor, maior equipe brasileira daquela década.

No dia seguinte foi até uma loja de esportes e comprou um conjunto de camisas do São Paulo.

Levou os uniformes para Fortaleza e decretou que, a partir daquele dia, o Ferroviário passaria a usar as cores do São Paulo, bem como o distintivo.

Com o tempo o Ferrim, ou Ferrão, passou a fazer frente aos grandes e mais antigas equipes do estado: Maguary, Ceará e Fortaleza.

Desde então foram 9 conquistas estaduais: 1945, 1950, 1952, 1968, 1970, 1979, 1988, 1994 e 1995.

O principio dos anos 1950, sobretudo, foi dominado pelo Ferrão.

Equipes fantásticas foram montadas.

Recebeu a alcunha de o “Clube das Temporadas”.

Era a única equipe do estado a fazer frente aos grandes do sul do país que por lá excursionavam.

O Tubarão da Barra sempre foi temido.

A última equipe cearense campeã invicta foi o Ferroviário em 1968.

Os anos 1990 marcaram seus últimos grandes momentos.

Uma equipe que disputou de várias edições da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.

Tudo isso ficou no passado.

Más administrações.

Preferência ao interesse pessoal em detrimento da entidade.

E muuuuuuiiiitos erros.

Amadorismo irresponsável fantasiado de profissionalismo competente.

Em 2012, a salvação ao rebaixamento em campo se deveu a erros na escalação irregular de jogadores por parte da equipe do Crateús.

O susto não serviu para coisa alguma.

Um crime as cores tricolores.

Hoje o Ferroviário foi rebaixado do campeonato estadual pela primeira vez em sua história.

Homologação do Guinness World Records - Biblioteca de Futebol

Autor: José Renato - 17 de Fevereiro de 2014   Comentários 1 comentários

Após um árduo processo, que durou quase dois anos, acabo de receber a homologação do Guinness World Records por ter o “Maior Acervo de Livros de Futebol” do Mundo, conforme mensagem abaixo que recebi na ultima semana.

De: Guinness World Records

Enviada em: segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 07:57

Para: jrsantiago@jrsantiago.com.br

Assunto: Guinness World Records

** Please do not send a response to this unmonitored email address as it will not be read**

Dear Mr José Renato Sátiro Santiago Junior, 

We are delighted to confirm that you have successfully achieved a new GUINNESS WORLD RECORDS title for ’Largest collection of sporting memorabilia’. We would like to congratulate you on your record-breaking achievement. You are OFFICIALLY AMAZING.

Jamais imaginei que algo que começou com alguns exemplares de jornais que meu avô, Felipe de Lima Santiago, guardava para mim em seu quarto, chegaria a tal patamar.

Em 2012, ao receber o registro de “Biblioteca com o Maior Acervo sobre Futebol” no Brasil, passei a buscar atender a um antigo desejo de meu avô: permitir o acesso do maior número de pessoas possível ao acervo.

Muitos amigos foram testemunhas de quantas portas foram batidas, por mim, em busca de firmar um instrumento (sem qualquer custo econômico envolvido) com algum Museu e/ou Entidade similar que permitisse o livro acesso público a este acervo.

Foram encontradas portas fechadas de muitas Secretarias Municipais, Estaduais e até mesmo de Órgãos com estreita ligação com o Futebol.

De qualquer forma, isto me motivou a buscar alternativas.

A busca por uma certificação internacional como a do GUINNESS WORLD RECORDS foi um passo.

A conquista algo impensável, que acabou por se tornar realidade.

Em breve, espero que outros passos importantes possam ser dados.

Dia 2 de fevereiro, o Centenário do Papão.

Autor: José Renato - 02 de Fevereiro de 2014   Comentários Nenhum comentário

O primeiro campeonato estadual do Pará começou em 1913, quando o Remo conquistou o título, após o empate por 1 a 1 entre Norte Club e Guarany.

 Devido a uma briga generalizada nessa partida, os jogadores do Norte, que precisavam da vitória para provocar um jogo extra, contra o Remo, solicitaram à federação a anulação do duelo.

 Inconformados com a decisão contrária, resolveram criar uma instituição mais forte, que envolvesse membros de outras agremiações que, uma vez unidos, poderiam fazer frente àqueles que controlavam o futebol local. 

Eles “precisavam” do Paysandu.

Nasceria em 2 de junho de 1914, o Paysandu  Sport Clube, que recebeu este nome como uma homenagem a transposição do Passo do Paysandú, um importante feito da Marinha Brasileira durante a Guerra do Paraguai. 

Logo se tornaria Papão, uma alusão ao bicho-papão, por conta de seu grande domínio no futebol do estado.

Em seu distintivo um inusitado pé alado, pois seus jogadores não corriam, “voavam”.

E voavam mesmo.

Em 18 de julho de 1965, o Peñarol, base da seleção uruguaia da época, e que conquistaria o tricampeonato da Libertadores no ano seguinte, levou um sonoro 3 a 0 do Papão.

Feito que virou parte do hino, na verdade do frevo do Paysandu escrito pelo astro Pinduca: “...O nosso time joga pra valer, até o Peñarol veio aqui pra padecer...”

O maior campeão da Região Norte, com 45 títulos estaduais também contaminou o Brasil.

Após duas conquista nacionais da Segunda Divisão em 1991 e 2001, 2002 foi um divisor de águas.

Conquistou a Copa do Norte no começo do ano.

E depois de alguns meses a Copa dos Campeões de 2002, ao passar por cima do Cruzeiro.

Ainda era pouco.

No ano seguinte, um feito raro para qualquer equipe, derrotar o Boca Juniors em pleno La Bombonera, não para o Paysandu.

Parabéns para todos nós, somos felizes por sermos contemporâneos, do grande Papão.

Diferenças entre Corinthians 2000 e Raja Casablanca 2013.

Autor: José Renato - 19 de Dezembro de 2013   Comentários Nenhum comentário

Desde ontem tenho visto algumas associações relacionadas ao fato do Raja Casablanca e o Corinthians serem, igualmente, representantes do país local no Mundial de Clubes da FIFA.

Tecnicamente não é possível colocar as duas equipes no mesmo balaio.

Antes de qualquer explicação, no entanto, cabe afirmar.

O Corinthians é o campeão do Mundial de Clubes de 2000, organizado pela FIFA.

No início de 1999, a Hicks Muse Tate & Furst (HMTF) anunciou um contrato de parceria com o Corinthians, campeão brasileiro de 1998.

Meses depois, a HTMF adquiriu 49% da empresa Traffic, que era de propriedade de J. Hawilla.

Hawilla comandante da Traffic, naquela época, tinha uma boa relação comercial com a FIFA, propôs à entidade a realização do Mundial de Clube no ano seguinte.

ISL e Traffic, em parceria, bancaram a realização do Mundial de 2000.

Nota-se a primeira grande diferença entre Corinthians e Raja Casablanca.

O Raja não possui qualquer parceiro como organizador do Mundial da FIFA.

A segunda diferença diz respeito justamente ao critério do representante local.

A competição foi disputada em 2000 e organizada em 1999 teve como participantes:

Vasco da Gama, campeão da Taça Libertadores de 1998
Manchester United, campeão da Copa dos Campeões da Europa 1998/1999
Al Nassr, campeão asiático 1997/1998
Necaxa, campeão da CONCACAF em 1999
South Melbourne, campeão da Oceania em 1999
Raja Casablanca, campeão africano em 1999
Real Madrid, campeão da Copa dos Campeões da Europa 1997/1998
Corinthians, campeão brasileiro de 1998

Se fosse considerado o critério de levar os atuais campeões continentais, que é adotado desde 2005, há diferenças claras.

Al Ittihad que foi campeão asiático da temporada 1998/1999 teria substituído o Al Nassr.

Palmeiras, campeão da Taça Libertadores de 1999, teria substituído o Vasco da Gama.

O Real Madrid não teria disputado.

Há também algo relacionado a presença do Corinthians, como representante local.

A definição da equipe paulista foi feita antes do título brasileiro de 1999 ter sido decidido.

Isto é, a equipe alvinegra conquistou sua vaga por conta do título de uma competição, que sequer dava vaga ao Mundial naquele momento.

Faz diferença.

Ainda pelo fato da competição ser bancada por um parceiro em comum.

Além disso, a argumentação de se seguir o regulamento válido para a Copa do Mundo de garantir a participação do time da casa não era uma regra que tinha sido obedecido ao longo de toda a história, uma vez que em 1934, a Seleção Italiana, anfitriã, precisou disputar eliminatórias.

De qualquer forma, o Corinthians, ao conquistar o Brasileiro de 1999, a principio validou sua participação, mas se o campeão fosse outro, esta equipe não estaria no Mundial de 2000.

Certamente um equívoco.

Quanto ao Raja Casablanca, sua vaga foi conquistada por ser campeão nacional, do país sede, na temporada 2012/2013. Título conquistado, com uma rodada de antecipação, em maio de 2013.

O incrível desempenho dos Caçulas do Brasileirão de 2013

Autor: José Renato - 09 de Dezembro de 2013   Comentários Nenhum comentário

São inúmeros os comentários sobre o nível técnico do campeonato brasileiro da Série A.

Para muitos, um dos piores de todos os tempos.

Algo realmente discutível.

Mas há algo realmente que cabe destacar no campeonato deste ano.

As grandes performances dos caçulas, equipes que subiram da Série B para a Série A.

Levantando dados desde 2006, quando 4 equipes passaram a ascender da Série B para a A, algumas curiosidades podem ser notadas.

1. Pela primeira vez que uma equipe vinda da Série B, conquistou vaga para a Taça Libertadores, o Atlético PR. 

2. A colocação do Goiás em 2013, (6ª) foi a melhor de um campeão da Série B no ano de seu retorno.

3. A terceira colocação do Atlético PR foi a melhor colocação de uma equipe vinda da Série B. 

  Atlético-PR 3ª em 2013

  Vitória        5ª em 2013

  Goiás        6ª em 2013 

  Avaí           6ª em 2009

  Figueirense 7ª em 2011

  Atlético-MG  8ª em 2007 

  Coritiba      8ª em 2011

  Coritiba      9ª em 2008

  Vitória        10ª em 2008

  Corinthians  10ª em 2009 

4. Pela primeira vez, nenhum caçula caiu, já nos outros anos:

  América-RN  2007

  Ipatinga       2008

  Portuguesa  2008

  Santo André 2009

  Guarani       2010

  América-MG 2011

  Sport          2012

5. Caçulas no TOP 10

  2013 – 3 (Atlético-PR, Vitória e Goiás)

  2008 – 2 (Coritiba e Vitória)

  2009 – 2 (Avaí e Corinthians)

  2011 – 2 (Figueirense e Coritiba)

  2007 – 1 (Atlético-MG)

  2010 – nenhum

  2013 – nenhum

6. A pontuação dos caçulas de 2013 foi bem superior aos dos outros anos

  Atlético-PR642013

  Goiás        592013

  Vitória       592013

  Figueirense582011

  Avaí          572009

  Coritiba     572011

  Atlético-MG552007

  Coritiba     532008

  Vitória       522008

  Corinthians522009

7. A somatória dos pontos dos caçulas de 2013 foi bem superior aos dos outros anos

  (Goiás, Criciúma, Atlético-PR e Vitória)        2013 – 228 pontos

  (Corinthians, Santo André, Avaí e Barueri)  2009 – 199 pontos

  (Coritiba, Figueirense, Bahia e América-MG) 2011 – 198 pontos

  (Portuguesa, Náutico, Ponte Preta e Sport) 2012 – 183 pontos  

  (Coritiba, Ipatinga, Portuguesa e Vitória)     2008 – 178 pontos

  (Vasco, Guarani, Ceará e Atlético-GO)         2010 – 175 pontos

  (Atlético-MG, Sport, Náutico e América-RN) 2007 – 172 pontos

8. A classificação final dos caçulas de 2013 foi bem superior aos dos outros anos, ao somarmos a colocação final de cada um, devemos considerar que a menor pontuação significa melhor performance

  Exemplo, em 2013:

  (Goiás, Criciúma, Atlético-PR e Vitória) = (6ª + 16ª + 3ª + 5ª) = 30

 

  (Goiás, Criciúma, Atlético-PR e Vitória)        2013 – 30

  (Corinthians, Santo André, Avaí e Barueri)  2009 – 45

  (Coritiba, Figueirense, Bahia e América-MG) 2011 – 48

  (Atlético-MG, Sport, Náutico e América-RN) 2007 – 57

  (Vasco, Guarani, Ceará e Atlético-GO)        2010 – 57

  (Coritiba, Ipatinga, Portuguesa e Vitória)    2008 – 58

  (Portuguesa, Náutico, Ponte Preta e Sport) 2012 – 59

9. A melhor campanha entre os caçulas nem sempre é do campeão da Série B:

  Atlético-MG(1ª Série B 2006) - (8ª Série A 2007)

  Coritiba     (1ª Série B 2007) - (9ª Série A 2008)

  Avaí          (3ª Série B 2008) - (6ª Série A 2009)

  Vasco       (1ª Série B 2009) - (11ª Série A 2010)

  Figueirense(2ª Série B 2010) - (7ª Série A 2011)

  Náutico     (2ª Série B 2011) - (12ª Série A 2012)

  Atlético-PR(3ª Série B 2012) - (3ª Série A 2013)

10. Os campeões da Série B jamais foram rebaixados no ano de retorno a Série A

Atlético-MG(1ª Série B 2006) - (8ª Série A 2007)

Coritiba     (1ª Série B 2007) - (9ª Série A 2008)

Corinthians(1ª Série B 2008) - (10ª Série A 2009)

Vasco        (1ª Série B 2009) - (11ª Série A 2010)

Coritiba     (1ª Série B 2010) - (8ª Série A 2011)

Portuguesa(1ª Série B 2011) - (16ª Série A 2012)

Goiás        (1ª Série B 2012) - (6ª Série A 2013)

Os times presenteados pelas Viradas de Mesa

Autor: José Renato - 02 de Dezembro de 2013   Comentários 1 comentários

Ao longo das edições do Campeonato Brasileiro, muitas vezes o regulamento foi mudado durante a competição, quando não foi simplesmente ignorado. Segundo o levantamento que fiz, 45 equipes já foram beneficiadas, direta ou indiretamente, por estas modificações.

São as tristes e famosas “Viradas de Mesa”.

América MG

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

América RJ

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

América RN

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Americano

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Anapolina

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bahia

Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Bandeirante DF

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bangu

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Botafogo RJ

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Botafogo SP

Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Bragantino

Ao se classificar em último lugar, entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.

Brasil RS

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Caxias

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ceará

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Central PE

Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Comercial MS

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Coritiba

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Criciúma

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

CSA

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Desportiva

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Figueirense

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Fluminense

Ao ficar em penúltimo lugar entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.

Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde tinha conseguido acesso ao ser campeão da Terceira Divisão em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Fortaleza

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Goiás

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Goiatuba

Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Grêmio

O Regulamento do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1992 previa o acesso de apenas duas equipes, no entanto, com uma fraca campanha durante a Primeira Fase, o Grêmio foi beneficiado pela mudança do regulamento que passou a classificar 12 equipes para a Primeira Divisão de 1993.

Joinville

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Juventude

De acordo com o regulamento do Campeonato Brasileiro de 1999, que considerava a média de pontos, o Juventude teria sido rebaixado, no entanto, a confusão provocada pelos problemas que envolveram a falsificação de documentos do jogador Sandro Hiroshi, permitiu que seu rebaixamento fosse cancelado.

Marcílio Dias

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Nacional AM

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Náutico

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Paraná

Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Paysandu

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ponte Preta

Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1996 foi cancelado.

Remo

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Ríver PI

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Santa Cruz

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Santos

Em 1982, o Santos ficou apenas em décimo no campeonato paulista que era classificatório para o campeonato brasileiro. Deveria disputar a Taça de Prata em 1983, no entanto, o critério para definição dos participantes foi deixado de lado, e o Santos foi convidado a disputar a Taça de Ouro de 1983, quando chegou a um surpreendente vice-campeonato.

São Caetano

Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Sergipe

Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Serra ES

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Sobradinho

Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

União São João

Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Vasco da Gama

O regulamento do Campeonato Brasileiro de 1974 previa que a final do campeonato teria como mandante a equipe com melhor campanha ao longo de todo o campeonato. No caso o jogo seria no Mineirão, uma vez que o Cruzeiro tinha a melhor campanha, no entanto a equipe mineira foi punida, devido problemas ocorridos em um jogo anterior realizado no Mineirão frente o próprio Vasco da Gama. A CBD (atual CBF) não apenas tirou a partida final do Mineirão como colocou no Maracanã, isto é, o regulamento foi ignorado.

O mesmo fato ocorrido com o Santos aconteceu com o Vasco em 1983, quando ficou em nono no estadual daquele ano e foi “levado” para a Taca de Ouro de 1984, quando também conquistou o vice-campeonato.

Na Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o regulamento previa a classificação de 6 equipes em cada um dos grupos que contava com 11 participantes. A equipe carioca fazia má campanha e inúmeras manobras foram feitas tendo em vista punir outras equipes, com perda de pontos, entre elas o Joinville e a Portuguesa. A solução foi aumentar o número de equipes classificadas, o que significou a classificação do Vasco para a Segunda Fase.

Villa Nova MG

Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Paginação:  

Exibindo página 8 de 34 em um total de 200 registro(s).



Memória Futebol - todos os direitos reservados 2011

Ap1! Comunicação