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Fórum

Espaço dedicado a publicação de artigos opinativos sobre a relevância das atividades relacionadas com a disseminação dos fatos históricos que serviram de base para o crescimento do futebol.

Objetiva-se buscar interações com os leitores e fortalecer a discussão e apresentação de opiniões, de uma forma respeitosa e com total transparência.


Revisando as Listas de Pelé e Rogério Ceni, o recorde será batido em...

Autor: José Renato - 11 de Novembro de 2013   Comentários Nenhum comentário

Desenvolver qualquer trabalho exige seriedade.

 

Quando falamos da história do futebol, ela também deve estar presente.

No entanto, há outras premissas básicas.

A primeira delas diz respeito ao critério.

Qualquer que seja ele, deve estar bem fundamentado.

Algumas vezes, em algo subjetivo, o “discutível” bom senso.

Infelizmente, o bom senso tem sido deixado de lado em muitos dos trabalhos relacionados a futebol.

Nos últimos anos, a história do futebol brasileiro tem levado golpes baixos e de grande impacto.

O viés de torcedor tem contaminado muito trabalhos excelentes, até então.

Profissionais sérios, infelizmente, acabaram vestindo a camisa de seus clubes em vez da camisa do historiador.

Uma pena.

Decepcionante também.

Na ultima semana veio a público de forma mais destacada o recorde que Rogério Ceni deverá bater nas próximas semanas.

Ao alcançar 1.117 jogos com a camisa tricolor, baterá a marca que pertence a Pelé.

O de jogador com maior número de atuações vestindo a camisa de um mesmo time.

Segundo listas e pesquisas levantadas anteriormente, Pelé teria vestido a camisa alvinegra em 1.116 oportunidades.

Coisas de critérios, sem dúvida.

Principalmente por isso, que torço muito pela seriedade deste levantamento.

Quanto a Rogério, verifiquei a lista atual, considerada como oficial pelo São Paulo Futebol Clube.

Até o dia de hoje, foram 1.114 partidas.

Mas há, também, um senão.

Coisas de critério, sem dúvida.

Em 19 de junho de 1995, dois dias depois de uma partida válida pelo Campeonato Paulista, o “Expressinho Tricolor” foi enfrentar um combinado formado por jogadores do Comercial e Botafogo de Ribeirão Preto.

Tratava-se de um evento em comemoração ao aniversário da cidade do interior paulista.

A vitória por 2 a 1 foi acompanhada pelo então técnico tricolor, Telê Santana.

A questão não é o fato de terem enfrentado um Combinado.

Mas que, “não foi a equipe principal do São Paulo.”

Critérios, sem dúvida...

Mas diferentemente do que aconteceu durante a Copa Conmebol, quando o “Expressinho Tricolor” representou a equipe principal e conquistou o titulo em 1994, não parece ser algo razoável juntar jogadores para participar uma partida amistosa e considerar a mesma uma partida oficial do clube.

Critérios, sem dúvida...

O São Paulo tem o direito de considerar os amistosos do “Expressinho” como oficiais, embora, cá entre nós, não sejam.

Sendo assim, para o Tricolor, Rogério Ceni irá ultrapassar o feito de Pelé em 20 de novembro na partida frente a Ponte Preta no Morumbi pela Copa Sul-Americana.

No entanto, se considerarmos como critério, partidas oficiais do São Paulo jogando com equipe principal e/ou a representando, o recorde acontecerá em 24 de novembro frente ao Botafogo do Rio de Janeiro.

Mas há controvérsias também na lista de jogos do Rei Pelé com a camisa do Santos.

Há lista que indicam 1.114 jogos em vez de 1.116.

Critérios, sem dúvida...

Sendo assim, segundo este outro levantamento, Rogério baterá o recorde em 17 de novembro frente ao Fluminense no Maracanã.

Polêmica?

Talvez.

Uma verdade é certa e comum a todos estes estudos.

Rogério baterá este recorde espetacular, um feito marcante para o futebol mundial.

Será 17, 20 ou 24 de novembro.

Este estudo só poder ser feito graças a ajuda de dois dos maiores historiadores do futebol brasileiro, Raul Snell e Michael Serra.

A Seleção Brasileira do Céu foi convocada

Autor: José Renato - 01 de Setembro de 2013   Comentários Nenhum comentário

Fazia sol.

Dia muito bonito no céu.

Sentados conversando animadamente, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação, e o técnico Telê Santana acertam os últimos detalhes para a convocação da Seleção Brasileira do Céu.

Após serem informados que não haverá novas convocações para o andar de cima nos próximos 50 anos, eles preparam a lista.

Tão logo Telê começa a falar, é interrompido por Paulo Machado.

O fato é que acaba de chegar a patrocinadora daquele selecionado, Nossa Senhora Aparecida, que logo se senta a mesa.

Pois bem, já sabemos, jogaremos de azul.

João Saldanha pede a palavra.

Mas Telê logo alerta que as perguntas poderão ser feitas ao final.

Pois bem, vamos a lista.

Goleiros: Gylmar, Barbosa e Felix.

Mas Telê ressalta que Castilho também estará presente.

Laterais Direito: Djalma Santos e De Sordi.

Vicente Feola, que também faz parte da comissão técnica, que estava cochilando, confirma que desta vez Djalma jogará todas as partidas, menos a final, quando De Sordi será o titular.

Laterais Esquerdo: Everaldo e Bigode.

Desta vez Nelson Rodrigues interrompe e contesta.

Logo Flávio Costa, se une a comissão técnica e reafirma sua confiança nos laterais.

Zagueiros: Domingos da Guia, Mauro, Orlando e Fausto.

Pois bem chega a mesa agora mais um integrante da comissão técnica, Mario Américo.

Meio Campistas: Didi, Jair da Rosa Pinto, Zizinho, Sócrates e Jorge Mendonça.

Quando acaba de citar o ultimo nome, nota-se o sorriso na boca de Aymoré Moreira, auxiliar técnico de Telê.

Atacantes: Garrincha, Julinho, Vavá, Ademir, Leônidas, Friedenreich e Canhoteiro.

Pois é, Telê finaliza a lista e afirma que também estarão presentes: Cláudio Christóvam Pinho, Baltazar, Heleno, Tesourinha, Danilo, Quarentinha, Luizinho “Pequeno Polegar”, Dida, Rui, Bauer, Noronha, Lara, Feitiço, Teleco, Charles Miller, Pagão, Bita, Dener, Enéas e tantos outros (a lista não se acaba).

Meu avô Felipe que, no fundo da sala, juntamente com Carlos Zamith, anotam os nomes, se delicia ao ouvir que Mitotonio e Evandro também estarão presentes.

A Seleção do Céu agora tem o melhor goleiro de todos, Gylmar.

Autor: José Renato - 25 de Agosto de 2013   Comentários Nenhum comentário

O melhor goleiro brasileiro de todos os tempos.

 

É pouco, muito pouco para descrever, Gylmar dos Santos Neves

Nascido em 22 de agosto de 1930 na cidade de Santos, começou no futebol jogando pelo Jabaquara.

Contratado como contra-peso pelo Corinthians, que queria contratar apenas o meio campista Ciciá, teve vida dura na capital paulista.

Após uma derrota por 7 a 3 frente a Portuguesa, foi afastado pelos dirigentes paulistanos que alegaram que Gylmar tinha feito “corpo mole”.

Apesar deste absurdo, ficou no Corinthians por 10 anos.

Conquistou três paulistas em 1951, 1952 e 1954 e um torneio Rio- São Paulo em 1953 e 1954.

Sua carreira ainda estava apenas começando.

Convocado para a Copa do Mundo de 1958 foi a grande referência de uma defesa bem armada e eficiente.

Além disso, sempre foi um “goleiro com cara e jeito de goleiro”.

Sua frieza era impressionante.

Seu bom posicionamento passou a ser marcante.

A partir dali, os goleiros brasileiros subiram de patamar.

Já campeão do mundo em 1958, continuou no Corinthians.

Em 1961 foi para o Santos.

E aí... foi covardia.

O Santos, que montou a maior equipe do mundo durante a década de 1960, passou a ter também o melhor goleiro de todos.

No Peixe, conquistou tudo...

5 - Paulistas: 1962, 1964, 1965, 1967 e 1968.

3  - Torneio Rio-SP:  1963, 1964 e 1966.

4 - Taças Brasil: 1962, 1963, 1964 e 1965.

1 - Roberto Gomes Pedrosa: 1968.

2 - Taça Libertadores da América: 1962 e 1963.

2 -  Mundiais: 1962 e 1963.

Durante este tempo de Santos ainda foi bicampeão mundial pela Seleção Brasileira em 1962.

Pois bem, e fora campo?

Gylmar foi muito mais.

Todos que o conheceram são unanimes quando falam dele.

Um exemplo de tudo que um ser humano deveria ser.

O homem lá de cima, convocou o melhor para sua seleção do céu.

Mês passado, Djalma Santos foi convocado, hoje, De Sordi.

Autor: José Renato - 25 de Agosto de 2013   Comentários Nenhum comentário

De Sordi, o homem de Piracicaba.

Um dos maiores ídolos da história do São Paulo.

Contratado junto ao XV de Piracicaba chegou ao tricolor em 1952.

Logo no ano seguinte, em 1953, foi campeão paulista.

Já dono da lateral direita, De Sordi passou a ser um dos grandes destaques daquela equipe.

Acabou convocado para a Seleção naquele ano e a partir de 1956, passou a ser titular.

Em 1957, mais um título paulista.

Era um jogador relativamente baixo, apenas 1,71,

Apesar disso, era um dos grandes cabeceadores do futebol brasileiro na sua época.

Diante disso, frequentemente atuava também como zagueiro central.

Esta versatilidade lhe proporcionou ser convocado para a Copa do Mundo de 1958.

Titular na lateral direita De Sordi formou uma das defesas mais solidas daquela competição.

Nas quatro primeiras partidas, a seleção não sofreu sequer um gol.

Nas Semifinais, o adversário era a França, dona do melhor ataque daquela Copa.

O Brasil venceu por 5 a 2.

De Sordi se contundiu.

Ainda assim jogaria a partida final.

No entanto, naquele tempo não havia substituições.

Caso De Sordi entrasse sem condições plenas, a seleção poderia ficar com um jogador a menos.

A comissão técnica resolveu não arriscar.

Em seu lugar, entrou Djalma Santos.

Sua contusão, jamais foi bem compreendida.

De forma injusta, surgiu o boato que teria sido barrado da partida final por estar nervoso.

Uma grande balela!!!

Durante toda a sua carreira, De Sordi se destacou por sua frieza.

Foram mais de 500 partidas com a camisa tricolor.

Um dos maiores laterais de todos os tempos do futebol brasileiro.

Pouco mais de um mês da convocação de Djalma Santos para o time dos céus

Hoje, De Sordi foi convocado.

Coirmãos corinthianos, concordo com vocês: “Menos Preconceito, mais Democracia.”

Autor: José Renato - 20 de Agosto de 2013   Comentários Nenhum comentário

Sou são paulino.

Sou um torcedor comum, não pertenço, e jamais fiz parte, a qualquer torcida organizada.

Frequento moderadamente os jogos da minha equipe.

Os torcedores da minha equipe costumeiramente são vinculados a questões homossexuais.

A origem destas associações não possui qualquer histórico homossexual de qualquer de seus fundadores, o que também não seria mal algum.

Enfim, não há qualquer fato que torne verossímil esta associação.

Cada estado brasileiro costuma ter uma torcida que é alvo de seus rivais de forma similar.

Todas as brincadeiras e deboches associados a minha equipe, por exemplo, são temas frequentes utilizados não apenas por torcedores rivais, e até mesmo alguns jornalistas.

Algumas delas, mais grosseiras, outras nem tanto.

O estádio do Morumbi passou a ser chamado de Panetone, por muitos torcedores rivais.

As insinuações com o personagem Bambi foram fortalecidas por um jogador rival.

E sempre são lembradas, repito, por torcedores rivais e jornalistas.

Jamais me senti ofendido com quaisquer destas brincadeiras.

No entanto, sempre achei indevido o seu uso.

Não por se tratar de uma ofensa, uma vez que, certamente, não é.

Mas justamente porque aqueles que o fazem julgam que isso é uma forma de ofender o torcedor rival.

E isto é um ato de homofobia.

Preconceituoso ao extremo.

Repito.

Quando alguém, seja quem for, utiliza expressões ou denotações homossexuais, como se fossem ofensas os torcedores rivais, está cometendo uma ação de homofobia.

Pois vamos ao significado da palavra homofobia.

Homofobia (homo, pseudoprefixo de homossexual, fobia do grego φόβος “medo”, “aversão irreprimível”; é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a pessoas homossexuais, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições para o termo referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito, aversão e medo irracional

Ah, mas é apenas uma brincadeira…

Sim, um ato de homofobia, preconceito.

De forma similar aquelas utilizadas sob o ponto de vista racial.

Pois bem.

Gostaria de me solidarizar com todos os torcedores e jornalistas alvinegros que após verem a foto do jogador Emerson dar um selinho em outro rapaz, passaram a disseminar o entendimento.

“Menos Preconceito, mais Democracia.”

Realmente concordo com vocês.

Espero que todos passemos, a nos comportar conforme este entendimento.

Dois ídolos que tenho: Rádio Bandeirantes e Mauro Beting... e um erro

Autor: José Renato - 14 de Agosto de 2013   Comentários Nenhum comentário

Inaugurada em 6 de maio de 1937, a Rádio Bandeirantes de São Paulo é uma das mais tradicionais redes de emissoras de rádio do Brasil.

Fundada por Paulo Machado de Carvalho, que também criou a Rede Record e dirigiu a Rádio Panamericana (a Jovem Pan), foi adquirida por Adhemar de Barros, histórico político brasileiro, que foi prefeito da cidade de São Paulo e governador do estado paulista em duas oportunidades.

Adhemar de Barro chegou a se candidatar a presidência da república em duas oportunidades, sem o sucesso esperado.

O atual presidente da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, Johnny Saad, é neto de Adhemar.

A história da Rádio Bandeirantes certamente é belíssima.

Uma grande marca.

Lembro, desde sempre, algumas vozes que marcaram esta emissora.

O miado do gato na chamada do programa o Pulo do Gato foi uma delas.

José Paulo de Andrade, Salomão Esper e Joelmir Beting apresentando o Jornal Gente sempre foi meu companheiro de café.

Jamais tive a oportunidade de conhecer estes três mitos.

De José Paulo de Andrade guardo também a lembrança de torcermos pelo mesmo time.

Quanto a Salomão Esper, recentemente tive a emoção de ter ouvido um artigo meu lido por ele.

Sobre Joelmir Beting, a certeza que ele realmente existiu, tamanha foi a emoção que tive ao vê-lo pessoalmente.

Três Mitos!!!

Graças a um saudoso amigo, Bindi, passei a acompanhar a carreira do filho de Joelmir.

Mauro Beting.

Uma pessoa muito querida, divertida e super competente.

Não há como negar que Mauro precisou superar barreiras gigantescas para superar a sombra do pai, Joelmir.

Certamente durante anos e anos, muitos colegas ou não, sempre acharam que sua presença no jornalismo foi facilitada, afinal “é o filho do Joelmir”.

Pois é...

Não tenho a menor duvida que justamente por isso o seu caminho foi bem difícil.

Sempre precisou ser muito mais competente, esforçado e focado que todos.

Grande mérito.

Mesmo porque alguns, em situação similar, poderiam ficar em “berço esplendido” na “confortável e segura sombra” do pai famoso.

Ah, e já vou adiantando, não sou amigo pessoal de Mauro.

Ele sempre foi muito gentil comigo e em algumas oportunidades me convidou para participar de alguns dos seus programas.

Muito pouco para me sentir amigo dele, o que aliás, não é qualquer problema.

Pois bem...

Sua demissão em 1º de agosto pela Rádio Bandeirantes foi recebida com um grande choque.

Afinal o principal comentarista esportivo tinha sido demitido.

Mas inegável também que para muitos, o filho de Joelmir tinha sido demitido.

A justificativa utilizada pela emissora, no entanto, foi justa.

Afinal o empregador sempre tem o direito de demitir quem quer que seja.

E “se as contas não fecham”... mais ainda.

Além disso, muitos outros profissionais competentes, alguns com mais de 30 anos de “casa”, tinham sido demitidos dias e semanas antes.

Fiquei triste, mas certamente, Mauro logo surgiria em outra emissora, afinal, ele realmente é um ótimo jornalista e grande pessoa.

No dia seguinte, no entanto, ao vivo durante um programa, um apresentador, o ex jogador Neto, pediu demissão em troca do retorno de Mauro.

Mauro foi readmitido.

Neto também ficou.

Eis que as coisas ficaram estranhas.

Certamente não foi por conta do pedido de Neto que a demissão de Mauro foi revista.

Pelo menos, o bom senso espera que não.

Mas, foi o que ficou marcado para o publico.

A ação foi equivocada.

Seria razoável, até mesmo, voltar atrás a decisão tomada quanto a demissão.

No entanto, após o discurso de Neto, isto só poderia ser feito, caso o ex-jogador fosse realmente desligado.

Foi por terra a justificativa inicial de “as contas não fecham”.

Um pouco da credibilidade também.

Pois deve haver outras coisas envolvidas.

Vamos supor que diante os fatos ocorridos, novos patrocinadores tenham se sensibilizado e resolvido bancar a manutenção de Mauro.

Ainda assim, o desligamento de Neto deveria acontecer.

Nenhum funcionário pode mostrar, ainda mais, publicamente, ser dono das decisões de uma organização tão grandiosa como a Rede Bandeirantes.

Se Mauro voltou, Neto deveria ser desligado.

Não foi.

Quanto ao retorno de Mauro Beting, muito se falou sobre o fato que ele “não deveria aceitar”.

Discordo.

Conforme foram suas próprias palavras, a Rádio Bandeirantes está dentro dele.

Há, até mesmo, raízes dos tempos de seu pai.

É impossível estar na cabeça de quem está envolvido.

Afinal, a decisão é dele, e acertada ou não, a satisfação cabe a ele e aos seus próximos.

Bobagem tentar julgar.

Deveríamos sim, julgar os jornalistas que, após declararem publicamente apoio a futuros dirigentes de instituições esportivas, aceitam serem contratados ou indicados por estas instituições para trabalhos e projetos remunerados.

Isto sim é imoral.

Deveríamos sim, julgar os jornalistas que aceitam serem contratados por órgãos públicos sem que haja o devido processo licitatório, muito possivelmente por acreditarem que seus nomes servirão de blindagem para eventuais problemas.

Isto sim é imoral.

Por isso que humildemente, afirmo que a única coisa que me chateou nesta situação toda foi o comportamento da Rádio Bandeirantes, diante a ação do apresentador Neto.

Mas vejamos o lado bom, aliás, ótimo, Mauro continua lá.

Obrigado por isso.

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